segunda-feira, 30 de julho de 2012

CALMA

Se você está no ponto de estourar mentalmente silencie alguns instantes 
para pensar. Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranqüilidade 
traz o pior.
Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante.
Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é uma bomba atrasada, lançando caso novo.
Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos. Se deixou alguma oportunidade 
valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.
Se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você o 
concurso espontâneo. Se você praticou um erro, o desespero é porta 
aberta a faltas maiores.
Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga distância entre você e o objetivo a alcançar.
Seja qual for a dificuldade, conserve a calma, trabalhando, porque,
 em todo problema, a serenidade é o teto da alma,
pedindo o serviço por solução.


Espírito: ANDRÉ LUIZ 


 Fonte:http://sintoniacomaluz.blogspot.com/

sábado, 28 de julho de 2012

CASA ONDE TEM VIDA...TEM ALEGRIA

Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos…
Netos, pros vizinhos…
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias…
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…
E reconhecer nela o seu lugar.
Carlos Drummond de Andrade

domingo, 22 de julho de 2012

BRIGAS: O TEMPERO DA RELAÇÃO

Desentendimentos entre duas pessoas que se amam é algo normal? Pode até ser costumeiro... Disseram-me uma vez que ‘brigar’ é o tempero da relação... Achei meio estranho isso... 

E olha que gosto muito de temperos, condimentos... Mas acredito que o amigo que me disse isso se referia a muuuuita, mas muuuita pimenta malagueta na relação... hehehe...

Em uma citação vamos ver um dos segredos de uma relação afetiva saudável, nutritiva:


“Diferenças nos afastam quando as usamos como identidade, porém, nos aproximam quando as utilizamos como superfície de contato para aprender mais e ir além na percepção”. (MestreLasak)

O sujeito ficou muito bravo por querer saber qual a programação alimentar do jantar, logo ao café da manhã, e sua parceira achou melhor pensar nisso mais próximo à noite. Discussão na hora. Ele queria controlar tudo, ter tudo programado, ao alcance de sua visão, ela queria deixar para depois, não via necessidade de tamanha antecedência.

Quem estava certo ou errado?  Melhor ainda: Há “certo” ou “errado” nessa situação? Você pode até discordar de mim, aprenderemos com isso (Viu? Viu? É possível!), mas penso que não há errado.

Acredito que estejamos diante de diferenças, jeitinhos diferentes de lidar com um mesmo fato – de pensar e de agir. De um modo ou de outro, pode apostar que ambos estarão bem alimentadinhos, muito provavelmente juntos.

Cada qual quer sempre que as coisas sejam ao seu modo -conforme suas preferências- e motivos para justificar o modo de pensar, os parceiros sempre encontram... “Ele está errado, veja só...”

Está brigada com seu parceiro? Discordaram e entraram em uma discussão, ou só deixaram que se instalasse certo ‘mal estar’? Sugestão: relaxa,  pensar diferente não quer dizer pensar errado. Um jeito diferente do seu não é um jeito ruim, é um jeito diferente.

Nas nossas relações, nem sempre se trata de mais ou menos eficiente, lógico ou não. Considere só somar diferenças àquilo que você pensa? Você vai além, passa a ter escolhas, torna possível flexibilizar, pois vislumbra possibilidades...

... E a relação afetiva amadurece, fica pacificada, ambos crescem, ampliam o alcance de visão. E o tempero da relação? Bem... Isso fica por sua conta...  e criatividade...

Lucius Augustus, IN.


Fonte: http://zerandokarma.blogspot.com.br

quinta-feira, 19 de julho de 2012

SENHOR DE TODAS AS VIDAS

Enquanto eu meditava, preparando-me espiritualmente para realizar uma aula para o grupo de estudos e assistência espiritual do IPPB quando entrou no quarto um cachorro desencarnado, brincando, latindo e batendo o rabo alegremente.

Percebia o animal pelas vias da clarividência, de olhos fechados, diretamente na tela mental frontal interna (correspondente à área de ação do chacra frontal*).

O cão era um vira-lata normal, adulto, de pelo castanho-claro (mais claro do que castanho), muito alegre e ativo. Ele olhava para alguém à frente, que eu não via, com o qual ele brincava e corria em torno.


Contudo, mesmo sem ver a entidade extrafísica no ambiente, eu sentia sua presença tranqüila e amistosa.


Admirado com a alegria do animal, morto na Terra, mas vivo em espírito, cheio de animação, pensei: 'Alguém deve estar chorando a perda desse animal.

Do  jeitinho alegre que ele é, deve estar fazendo muita falta para os seus donos e entes-queridos.
'
Então, o espírito em frente se comunicou telepaticamente comigo e me disse o seguinte: 'O nome dele é Terry.

E ele está muito bem tratado aqui!' Nesse instante, o meu chacra frontal pulsou, cheio de luz branquinha fluorescente e eu o vi também.

Era um homem alto, de cabelos pretos muito grandes, à moda indígena da América do Norte.


Estava vestido de calça lisa marrom-claro, com uma camisa esporte, tipo pólo (por dentro da calça).

O cinto era preto.


Seus olhos eram bem pretos, brilhantes, e a pele bem moreno-avermelhada.
No conjunto, ele mais parecia um mestiço de branco com índio americano, moderno no jeito, mas com uma certa atmosfera ancestral xamânica.
Ele me olhou e riu e na seqüência pegou o cão no colo.
O animal se mexia feliz junto dele, tentando lambê-lo todo tempo.
Em torno dele havia uma aura amarelo-suave, que irradiava uma atmosfera de segurança e tranqüilidade à sua volta.

Enquanto acariciava o animal em seu colo, ele me olhou firmemente e com simpatia e me disse: 'Já que você fala das coisas do espírito para os homens encarnados na Terra, então diga-lhes que até mesmo os animais têm assistência espiritual após o desenlace da matéria.
Eles são cuidados e afagados com muito carinho.
Há grupos de auxiliares astrais que cuidam especificamente deles em seus períodos extrafísicos.
São espíritos dedicados ao bem-estar desses nossos irmãos menores na Natureza.

E mais: peça aqueles que gostam dos animais, que orem na sintonia desses benfeitores invisíveis; para que eles se associem sutilmente com eles, em espírito, na mesma bondade e amor por esses serzinhos tão queridos.

Nenhuma criatura é abandonada pelo Grande Espírito.
O Seu Amor é para todos!

A Sua Luz anima todas as luzes e seres.

Para Ele, todos são iguais na Natureza.

Homens e animais, vegetais e minerais, todos são Seus filhos.

Que aqueles que sofrem com a perda temporária de seu bichinho amado, seja ele qual for, rezem ao Grande Espírito, para confortar seus corações.
Mas, que saibam, também, que há outros seres que amam os seus bichinhos, que seguirão cuidando deles nesse imenso universo do Grande Espírito, cheio de vida, em todos os planos.


 Fonte:saintgermanchamavioleta.blogspot.com.br

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O QUE AS MURALHAS PROTEGEM

Observando uma conversa entre duas pessoas aparentemente próximas, percebi alguns pontos interessantes. Trago-os para compartilhar com vocês, amigos queridos: o papo fluía descontraído, sem sobressaltos, e, repentinamente uma delas manifestou uma atitude defensiva... Beem defensiva.

Fiquei intrigado, pois fluía agradável aquela conversa na qual eu, curioso e abelhudo, inclui meus “ouvidões atentos” (ops!!!) e me questionei sobre o que poderia ter desencadeado aquela atitude defensiva, vez que não reconhecia nenhuma sorte de ataque.

A resposta ao estímulo foi  a ‘defesa’ e o estímulo (que ele considerou) foi o ... O... O... Não! Não foi o ataque!! Acredite, foi um afetuoso elogio.

Como um elogio pode ser considerado um ataque?  “Lucius, podemos considerar que não tenha havido ataque algum?”. Sim e não.

Sim, a pessoa que elogiou não atacou. Sim/não: a pessoa elogiada não percebeu, mas sentiu o elogio como uma ameaça, afinal, ninguém se defende sem sentir que há algo do que se defender.

Essa é uma reflexão interessante. Você já se defendeu de algo que objetivamente não era um ataque? Sabemos bem que damos significado ao que ocorre no mundo circundante e que em nossa mente nem tudo que achamos que é, de fato é. Mas se atentarmos ao sentimento de que há ameaças na atitude das pessoas, nas palavras delas, no silêncio delas, ou não em pessoas e sim em fatos, objetivamente e com toda a clareza, o que você identifica como ataque? Outra coisa interessante: o que há dentro das muralhas do nosso forte interno que a gente quer proteger?

Que tal começarmos já essas reflexões, e, ao longo do dia, exercitarmos tais percepções? Daremos muitos passos legais juntos.

Comecemos, então? 

 Fonte:http://zerandokarma.blogspot.com.br

domingo, 15 de julho de 2012

PROCURA-SE UM AMIGO

Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar. Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer. Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos. Que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim. Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias

Vinicius de Moraes

quinta-feira, 12 de julho de 2012

O TEMPO

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. 
Quando se vê, já são seis horas! 
Quando de vê, já é sexta-feira! 
Quando se vê, já é natal... 
Quando se vê, já terminou o ano... 
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida. 
Quando se vê passaram 50 anos! 
Agora é tarde demais para ser reprovado... 
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas... 
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo... 
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo. Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz. 
 A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.


Mario Quintana

quarta-feira, 11 de julho de 2012

DORES NO CORPO: FIQUE ATENTO!

Sofre de reumatismo,

Quem percorre os caminhos tortuosos

Quem se destina aos escombros da tristeza

Quem vive tropeçando no egoísmo.

Sofre de artrite

Quem jamais abre mão

Quem sempre aponta os defeitos dos outros

Quem nunca oferece uma rosa.

Sofre de bursite

Quem não oferta seu ombro amigo

Quem retesa, permanentemente, os músculos

Quem cuida, excessivamente, das questões alheias.

Sofre da coluna

Quem nunca se curva diante da vida

Quem carrega o mundo nas costas

Quem não anda com retidão.

Sofre dos rins

Quem tem medo de enfrentar problemas

Quem não filtra seus ideais

Quem não separa o joio do trigo.

Sofre dos pulmões

Quem se intoxica de raiva e de ódio

Quem sufoca, permanentemente, os outros

Quem não respira aliviado pelo dever cumprido

Quem não muda de ares.

Sofre do coração

Quem guarda ressentimentos

Quem vive do passado

Quem não segue as batidas do tempo

Quem não se ama e, portanto, não tem coração para amar alguém.

Sofre da garganta

Quem fala mal dos outros

Quem não solta o verbo

Quem repudia

Quem omite

Quem usa sua espada afiada para ferir

Quem reclama o tempo todo.

Sofre do ouvido

Quem julga os atos dos outros

Quem não se escuta

Quem costuma escutar a conversa dos outros

Quem ensurdece ao chamado divino.

Sofre dos olhos

Quem não se enxerga

Quem distorce os fatos

Quem não amplia sua visão

Quem vê tudo em duplo sentido

Quem não quer ver.

Sofre de distúrbios da mente

Quem mente para si mesmo

Quem não tem lucidez

Quem preza a inconsciência

Quem menospreza a intuição

Quem não vigia seus pensamentos

Quem não pensa na vida

Quem se ilude

Quem mascara a realidade

Quem não areja a cabeça

Quem não se dá

Quem não ama.

Causa e efeito.

Ação e reação.

Tudo está intrinsecamente ligado.

Tudo se conecta o tempo todo.

E assim passam os anos sem que o ser humano conheça a si mesmo.

Somos, certamente, o maior amor das nossas vidas!

Assim como o nosso maior inimigo é aquele que

está oculto e que habita, inexoravelmente, no interior de nós mesmos.

Autor Desconhecido

Fonte:http://sintoniacomaluz.blogspot.com/

segunda-feira, 9 de julho de 2012

É PROIBIDO!

É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por suas dúvidas e mau humor.
É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não lhe importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida lhe dá, também lhe tira.
É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.
 
 
Pablo Neruda

domingo, 8 de julho de 2012

DIRETO AO PONTO: TOLERÂNCIA

Perguntaram-me sobre a tolerância (pediram para eu falar algo a respeito), e convenhamos muitos dos conflitos vividos no território da emoção e muitos desentendimentos, são fruto da intolerância. Que tal algumas linhas?

O que não passar pelos nossos filtros mentais, nossos gabaritos, rejeitamos. O carro que nos fecha no trânsito, o preço do arroz, a falta de sacolinhas plásticas, o fato de produzirem sacolinhas plásticas, o fato de usarem sacolinhas plásticas, repetir tanto 'sacolinhas plásticas',  uma fila no caixa eletrônico, a chuva quando queremos dia ensolarado, o frio quando queremos calor... O calor quando queremos frio... Até o clima tem que nos servir... hehehe!

Intolerância é explicação para sofrimento. Intolerância afasta pessoas, faz com que a experiência de uma infinidade de situações seja desconfortável e até desgastante... Dá aquele tão conhecido aperto no peito, nó na garganta, ardência no estômago... Intolerância faz mal à saúde!

Mas e a tolerância? Como fazer para desenvolvê-la? 

Na Escola de Zeradores de Karma onde estudo, aprendemos o uso de virtudes para aplicação em nosso diário viver. Vou passar uma colinha para vocês:

Respeitar e aceitar o que se apresenta produz serenidade, e essa favorece a tolerância.

É diferente de determinar tolerância por dever e pronto! Válido, mas muitas vezes é só tolerância aparente. Nos mundos internos é intolerância, barulho, desordem. Sabe quando há o sorriso, mas por dentro uma espécie de contrariedade que não combina com o sorriso?

Se for para usar de toda a simplicidade para oferecer uma ferramenta, eu digo: Assuma respeitosa aceitação e relaxe: a tolerância é consequente.

Simples treinamento. E é uma delícia se sentir em paz, não tendo que ser satisfeito por um monte de condições ( que nem conhecemos completamente).

quarta-feira, 4 de julho de 2012

QUANDO ME AMEI DE VERDADE

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome: auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é autenticidade. 


Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de amadurecimento. 


Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é respeito. 


Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.  De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo. 

Hoje sei que se chama amor -próprio. 


Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. 

Hoje sei que isso é simplicidade. 


Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei  muito menos vezes. Hoje descobri a humildade.  



Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é saber viver!

fonte: http://venturaana.blogspot.com.br

terça-feira, 3 de julho de 2012

SONHOS


Hoje sonhei contigo...
Ainda éramos amigas. Estava a defender-te de alguém, mas já não me lembro de quem (os meus sonhos têm esta particularidade... Por mais intensos que sejam ou os escrevo logo mal acordo, ou esqueço...).
Mas lembro-me do sentimento, aquele que ainda mora dentro de mim mas que tento não lembrar, porque me dói.
És uma ferida com uma crostazinha fina. Basta um pensamento para a crosta sair e começares a sangrar dentro de mim. E o teu sangue, que é o meu, arde e dói demais.
Tenho saudades tuas, tantas como se tivesses morrido. Mais do que se tiveses morrido, porque sei que te posso encontrar um dia e rever o teu sorriso e voltar a ouvir a tua voz...
Mas depois lembro-me que esse teu sorriso é falso, essa tua voz só traz mentiras e então desejo não te ver. Porque me dóis.
Mas neste sonho não doías. Eras a de antigamente. A minha amiga, a minha segunda pele, aquela que eu pensava que me amava tanto como eu a ela.
Pelo menos nos sonhos não me lembro do mal que me fizeste, e posso sorrir quando te vejo, sem me doer.


 Fonte: http://monika-ideiasoltas.blogspot.com.br

domingo, 1 de julho de 2012

FALANDO DE INGRATIDÃO

É comum se ouvir falar de ingratidão. Amigos que depois de terem privado maior intimidade, se voltam violentos, desejando destruir.
Basta uma pequena contrariedade, uma questão política, um diverso ponto de vista religioso.
Eis formada a querela.
O distanciamento.

Esquece-se de todos os benefícios recebidos. Dos abraços, das promessas, das alegrias repartidas e vividas em conjunto.

Esse tipo de comportamento demonstra como o homem, embora se diga humano, muito necessita crescer para se considerar como verdadeiro participante da Humanidade.

Recordamos de uma antiga lenda judia que fala de um homem condenado à morte e que ia ser apedrejado.

Os carrascos lhe jogaram grandes pedras.
O réu suportou o terrível castigo em silêncio. Nenhum grito.
Na sua condição, compreendia que a desgraça havia caído sobre ele e que seus gritos de nada serviriam.

Passou por ali um homem que havia sido seu amigo.
Pegou uma pequena pedra e atirou na direção do condenado.
Somente para demonstrar que não era do seu partido.

O pobre condenado, atingido pela diminuta pedra, deu um grito estridente.

O rei, que a tudo assistia, ordenou que um de seus lacaios perguntasse ao réu porque ele gritara quando atingido pela pequena pedra, depois de haver suportado sem se perturbar as grandes.

O condenado respondeu: As pedras grandes foram atiradas por homens que não me conhecem, por isso me calei.
Mas o pequeno seixo foi jogado por um homem que foi meu companheiro e amigo. Por isso gritei.

Lembrei de sua amizade nos tempos de minha felicidade.
E agora vi sua felicidade quando me encontro na desgraça.

O rei compadeceu-se e ordenou que o pusessem em liberdade, dizendo que mais culpado do que ele era aquele que abandonava o amigo na desgraça.

A lenda nos dá a nota de quanto dói a ingratidão de um amigo.
Naturalmente, quanto mais estimamos e confiamos em alguém, mais nos atormentará a sua traição. A sua ingratidão.

É importante pois que examinemos nossas próprias ações, observando se não somos ingratos.
Em especial com aqueles que estenderam a preciosidade da sua amizade, por longos e longos anos.

Não sejam as notas distantes de algumas rusgas que nos permitam agredir, de forma cruel, os que ontem nos sustentaram nas lutas.

Soubemos, há poucos dias, de uma aluna que, depois de ter recebido do seu mestre todo o apoio, em forma de ensino, livros, oportunidades de estágio, decidiu estabelecer uma questão judicial.

Esquecida dos tantos benefícios, das longas horas de dedicação do antigo mestre, depois de um desentendimento em que se sentiu lesada, resolveu requerer vultosa quantia como pagamento pelas horas de trabalho ao lado dele.

Olvidou o aprendizado, do quanto lhe devia por sua própria formação profissional.
E mais: de quantas portas, graças à fama dele e experiência, se haviam aberto para ela.

Ingratidão. Sentimento que somente floresce nos corações enfermiços.

Moléstia do caráter que requer o remédio da compaixão.

* * *

Se alguém te retribui com a ingratidão o bem que doaste, não te entristeças.

É melhor receber a ingratidão do que exercê-la em relação ao próximo.

E se teu problema for de ingratidão dos filhos, guarda piedade para com eles e dá-lhes mais amor...

Porque a ingratidão dos filhos para com os pais é dos mais graves enganos que se pode permitir ao Espírito, em sua marcha evolutiva.

Fonte:http://grupoespiritoluzlarcaminhomaria.blogspot.com.br