terça-feira, 30 de abril de 2013

CONHECIMENTO OU SABEDORIA?

“Dois discípulos procuraram um mestre para saber a diferença entre Conhecimento e Sabedoria.
O mestre disse-lhes:
- Amanhã, bem cedo, coloquem dentro dos sapatos vinte grãos de feijão, dez em cada pé. Subam, em seguida, a montanha que se encontra junto a esta aldeia, até o ponto mais elevado, com os grãos dentro dos sapatos.

No dia seguinte os jovens discípulos começaram a subir o monte. Lá pela metade um deles estava padecendo de grande sofrimento: seus pés estavam doloridos e ele reclamava muito. O outro subia naturalmente a montanha.
Quando chegaram ao topo um estava com o semblante marcado pela dor; o outro, sorridente.
Então, o que mais sofreu durante a subida perguntou ao colega:
- Como você conseguiu realizar a tarefa do mestre com alegria, enquanto para mim foi uma verdadeira tortura?

O companheiro respondeu:
- Meu caro colega, ontem à noite cozinhei os vinte grãos de feijão”.
Em princípio, conhecer e saber podem ser confundidos, muitas vezes aplicados como sinônimos, mas são coisas bem distintas. Se prestarmos atenção, podemos verificar que a diferença é clara e visível.
O conhecimento é o somatório das informações que adquirimos. É a base daquilo que chamamos de Cultura.

A sabedoria pressupõe não só ter o conhecimento, mas também saber como utilizar esse conhecimento, não só em ocasiões especiais, mas em todos os fatos da vida.  Saber não é apenas Ter o conhecimento, mas é Ser o conhecimento.

A sabedoria é saber usar o “Dom Interior “que cada pessoa carrega dentro de si. É possível alguém adquirir um arsenal de conhecimento, contudo, não ser sábio. Sabedoria é o uso que a pessoa dá ao conhecimento.

Para se ser sábio é preciso viver, experimentar, ousar, ponderar, amar, respeitar, ver e ouvir a própria vida.
É preciso buscar, sim, o conhecimento, a informação e a cultura, mas também se deve ter a coragem de experimentar a vida, o amor e o compartilhar. Deve-se atentar para não se tornar alguém fechado em si mesmo e no próprio processo de aprendizado. Fazer isso é o mesmo que iniciar uma viagem e se encantar tanto com a estrada a ponto de se esquecer para onde se está indo. E isso não parece ser uma atitude muito sábia. Então, sejamos sábios: vivamos, amemos e compartilhemos o que há em nossos corações!

E que saibamos cozinhar nossos feijões em nossa vida!!!

"O conhecimento é o processo de acumular dados; a sabedoria reside na sua simplificação."
 (Martin H. Fischer).


Fonte: http://wagnerdeluca.blogspot.com.br

domingo, 28 de abril de 2013

CHEGA DE VIOLÊNCIA

Não dá mais para fingirmos que nada acontece ao nosso redor. O mundo mergulhou numa onda de agressões que precisa acabar. Cabe a nós, com as nossas atitudes de bondade, elevar o planeta acima das águas turbulentas e negras da violência.
Os idosos, as crianças e os animais são os maiores alvos da violência do homem. Por mais que saibamos que ninguém passa pelo que não precisa, e que todas as situações são atraídas por nós, se não houvesse agressores, deixaria de haver vítimas. Quem sofre os efeitos da violência assume, perante a espiritualidade, a possibilidade de viver a experiência dolorosa. O mesmo se dá com o agressor, que se disponibiliza como instrumento do mal.
O mundo está repleto de agressões desnecessárias contra seres que são iguais em sua essência. Agredir um irmão é agredir a si mesmo pois, mais cedo ou mais tarde, todos sofrem as consequências de seus próprios atos. Tudo aquilo que fazemos ao próximo retorna para nós com igual intensidade, portanto, é melhor atirar flores no vizinho do que pedras.
É chegada a hora de despertar a consciência para os verdadeiros valores do espírito. A violência nada mais merece do que um sonoro NÃO! Chega de agredir os mais fracos, os indefesos.  A necessidade de crescimento de uns não pode servir de justificativa para a covardia de outros. E ainda há pessoas que acham graça quando um idoso é insultado, quando uma criança é empurrada ou um animal é espancado. Quem admira ou ignora os atos de violência alimenta, mesmo sem perceber, as atitudes das pessoas que hostilizam seus semelhantes em troca de enaltecimento do próprio orgulho.
É certo que, nem sempre, estamos em condições de agir, de impedir que o mal aconteça, de evitar as consequências danosas derivadas das atitudes insanas do nosso próximo.  Sequer somos responsáveis por elas.  A ninguém se pode atribuir a culpa pelo mal, senão àquele que o pratica.  Não temos o domínio sobre a vontade alheia, não mandamos em ninguém e, muitas vezes, não está em nossas mãos livrar a vítima de passar por aquilo que escolheu.  Mas podemos mandar vibrações de paz e amorosidade para os envolvidos nas situações difíceis.  Se o agredido é visto como vítima pela sociedade, o agressor há de ser compreendido como uma alma enferma.  E isso porque o bem é o estado natural de todas as coisas, figurando o mal como mero desvio da conduta moral na vida, que há de ser combatido com energias do bem.
Não devemos nos igualar ao agressor, desejando ou fazendo a ele todo o mal que causou ao próximo.  Isso só faz aumentar a onda de violência e nos mostra o pior: que somos iguaizinhos àquele que condenamos.  Quem não traz em si o germe da violência não consegue agredir, ainda que considere o outro merecedor.  Devolver na mesma moeda é pura vingança, e só se vinga quem vibra na mesma frequência de seu ofensor.
Essa onda de violência tem que acabar.  Façamos, cada um de nós, a nossa parte.  Ninguém precisa se arriscar para salvar o outro, pôr a própria vida em risco para livrar o próximo de um perigo ou do mal que o ameaça.  Esse é o tipo de renúncia que não é exigido de nenhum de nós e só os que já alcançaram o patamar mais alto da elevação moral são capazes de renunciar em nome do amor genuíno.  A nós, restam as armas da oração, do repúdio às atitudes agressivas, das vibrações amorosas e, sobretudo, do exemplo nosso exemplo no caminho do bem.

Mônica de Castro


Fonte: http://www.movimentoecrescimento.com

quinta-feira, 25 de abril de 2013

SAÚDE MENTAL

Fui convidado a fazer uma preleção sobre saúde mental. Os que me convidaram supuseram que eu, na qualidade de psicanalista, deveria ser um especialista no assunto. E eu também pensei. Tanto que aceitei. Mas foi só parar para pensar para me arrepender. Percebi que nada sabia. Eu me explico.
Comecei o meu pensamento fazendo uma lista das pessoas que, do meu ponto de vista, tiveram uma vida mental rica e excitante, pessoas cujos livros e obras são alimento para a minha alma. Nietzsche, Fernando Pessoa, Van Gogh, Wittgenstein, Cecília Meireles, Maiakovski. E logo me assustei. Nietzsche ficou louco. Fernando Pessoa era dado à bebida. Van Gogh matou-se. Wittgenstein alegrou-se ao saber que iria morrer em breve: não suportava mais viver com tanta angústia. Cecília Meireles sofria de uma suave depressão crônica. Maiakoviski suicidou-se. Essas eram pessoas lúcidas e profundas que continuarão a ser pão para os vivos muito depois de nós termos sido completamente esquecidos. Mas será que tinham saúde mental? Saúde mental, essa condição em que as idéias comportam-se bem, sempre iguais, previsíveis, sem surpresas, obedientes ao comando do dever, todas as coisas nos seus lugares, como soldados em ordem unida, jamais permitindo que o corpo falte ao trabalho, ou que faça algo inesperado; nem é preciso dar uma volta ao mundo num barco a vela, bastar fazer o que fez a Shirley Valentine  (se ainda não viu, veja o filme) ou ter um amor proibido ou, mais perigoso que tudo isso, a coragem de pensar o que nunca pensou.
Pensar é uma coisa muito perigosa... Não, saúde mental elas não tinham.
Eram lúcidas demais para isso. Elas sabiam que o mundo é controlado pelos loucos e idosos de gravata. Sendo donos do poder, os loucos passam a ser os protótipos da saúde mental.
Claro que nenhum dos nomes que citei sobreviveria aos testes psicológicos a que teria de se submeter se fosse pedir emprego numa empresa. Por outro lado, nunca ouvi falar de político que tivesse estresse ou depressão. Andam sempre fortes em passarelas pelas ruas da cidade, distribuindo sorrisos e certezas.
Sinto que meus pensamentos podem parecer pensamentos de louco e por isso apresso-me aos devidos esclarecimentos.
Nós somos muito parecidos com computadores. O funcionamento dos computadores, como todo mundo sabe, requer a interação de duas partes. Uma delas chama-se hardware, literalmente equipamento "duro", e a outra denomina-se software, " equipamento macio". O hardware é constituído por todas as coisas sólidas com que o aparelho é feito. O software é constituído por entidades  " espirituais"  - símbolos que formam os programas e são gravados nos discos....
Nós também temos um hardware e um software. O hardware são os nervos do cérebro, os neurônios, tudo aquilo que compõe o sistema nervoso. O software é constituído por uma série de programas que ficam gravados na memória. Do mesmo jeito como nos computadores, o que fica na memória são símbolos, entidades levíssimas, dir-se-ia mesmo "espirituais", sendo que o programa mais importante é a linguagem.
Um computador pode enlouquecer por defeitos no hardware ou por defeitos no software. Nós também. Quando o nosso hardware fica louco há que se chamar psiquiatras e neurologistas, que virão com suas poções químicas e bisturis consertar o que se estragou.
Quando o problema está no software, entretanto, poções e bisturis não funcionam. Não se conserta um programa com chave de fenda. Porque o software é feito de símbolos, somente símbolos podem entrar dentro dele.
Assim, para se lidar com o software há que se fazer uso dos símbolos. Por isso, quem trata das perturbações do software humano nunca se vale de recursos físicos para tal. Suas ferramentas são palavras, e eles podem ser poetas, humoristas, palhaços, escritores, gurus, amigos e até mesmo psicólogos e psicanalistas. Acontece, entretanto, que esse computador que é o corpo humano tem uma peculiaridade que o diferencia dos outros: o seu hardware, o corpo, é sensível às coisas que o seu software produz. Pois não é isso que acontece conosco?
Ouvimos uma música e choramos. Lemos os poemas eróticos de Drummond e o corpo fica excitado.
Imagine um aparelho de som. Imagine que o toca-discos  e os acessórios, o hardware, tenham a capacidade de ouvir a música que ele toca e se comover.
Imagine mais, que a beleza é tão grande que o hardware não a comporta e se arrebenta de emoção! Pois foi isso que aconteceu com aquelas pessoas que citei no princípio: a música que saia de seu software era tão bonita que seu hardware não suportou.
Dados esses pressupostos teóricos, estamos agora em condições de oferecer uma receita que garantirá, àqueles que a seguirem à risca, saúde mental até o fim dos seus dias.
Opte por um software modesto. Evite as coisas belas e comoventes. A beleza é perigosa para o hardware. Cuidado com a música. Brahms e Mahler são especialmente contra indicados.
Quanto às leituras, evite aquelas que fazem pensar. Há uma vasta literatura especializada em impedir o pensamento. Se há livros do doutor Lair Ribeiro, por que se arriscar a ler Saramago?
Os jornais têm o mesmo efeito. Devem ser lidos diariamente. Como eles publicam diariamente sempre a mesma coisa com nomes e caras diferentes, fica garantido que o nosso software pensará sempre coisas iguais.
E, aos domingos, não se esqueça do Silvio Santos e do Gugu Liberato.
Seguindo essa receita você terá uma vida tranqüila, embora banal. Mas como você cultivou a insensibilidade, você não perceberá o quão banal ela é. E, em vez de ter o fim que tiveram as pessoas que mencionei, você se aposentará para, então, realizar os seus sonhos. Infelizmente, entretanto, quando chegar tal momento, você já terá se esquecido de como eles eram.
Rubem Alves

Fonte: http://padmashanti.blogspot.com.br

quinta-feira, 18 de abril de 2013

O CABIDE,O SACO DE ARROZ E O BINDI NA TESTA

Há muito tempo atrás, havia um mestre chamado Gettan. Dele veio essa história bem Zen. Apesar de relatar um contexto ininteligível para a atual cultura, compartilho mesmo assim. Se puder ouvir com seu coração, irá compreender claramente o que ele quis dizer.
Ele diz: "Existem três tipos de discípulos: aqueles que promovem o Zen, aqueles que mantêm os templos, e os que são sacos de arroz e cabides de roupa". O terceiro é o mais comum. É aquele que só enche a barriga de comida – por isso o saco de arroz – e se move como um mostruário. Incrível que ele tenha sacado isso há mil e tantos anos atrás, quando nem tinha Fashion Week, não é mesmo?
O que acontece é que ele se deu conta que ali haviam os discípulos que só comiam e carregavam uma roupa sobre o corpo, aqueles que ajudavam a manter o ambiente e aqueles que promoviam o Zen.
Obviamente, em certo momento você para de ser qualquer um desses tipos, e nenhum deles importa, mas – até que isso aconteça – veja onde você se encontra. Como existe na mente um estado ilusório de ser, o tempo todo você está migrando de um tipo para o outro. Volta e meia você cai nas armadilhas da mente, e volta. Cai. E volta.
É por isso que a simplicidade proposta em Satsang deve ser acessada e mantida corajosamente no seu coração – ou o mais próximo a ele que você puder. E é também por isso que aos mestres é dada uma dose infinita de compaixão. Ele está a sua espera. E de novo, e de novo, compartilhando o mesmo.
Portanto, você pode até pensar que sou mais um terapeuta que vai melhorar a sua vida, mas eu não estou interessado nisso. Todo o meu interesse está em despertá-lo para quem você é. Isso! E – já que você está aqui –  o convido a absorver este como o seu maior interesse também.
Não há absolutamente nenhuma outra coisa que importe mais do que acordar para quem você é. E eu sei que este é um diálogo difícil de ser empreendido, porque é terminal, porque a mente pensa que entendeu tudo. Mas, quer saber? Pouco importa o que a mente entende. Trazendo Gettan para o nosso contexto, note se você está simplesmente vestindo um novo uniforme, aderindo à moda das "batinhas" indianas e usando um bindi no "terceiro olho" ou se você dá suporte à proposta de entrar verticalmente na descoberta de quem você é.


 Fonte:http://satyaprem.blogspot.com.br

domingo, 14 de abril de 2013

AS QUATRO FACES DA ÉTICA

Concreta e objetivamente, concebo o comportamento ético em quatro níveis que devem operar de modo integrado, integrante e integrador:
 

a) a ética do comportamento individual;

b) a ética do comportamento público;

c) a ética das responsabilidades;

d) a ética dos objetivos ou das finalidades.




Um indivíduo irrepreensível no seu comportamento pessoal pode ser paupérrimo no tocante aos objetivos ou finalidades de sua vida.

Pessoas éticas no tocante a seu comportamento público podem exibir incompreensíveis egoísmos ou autoritarismos no comportamento pessoal. E assim por diante.




Não se pode, portanto, tomar o comportamento ético por uma de suas vertentes. Visão evoluída, madura e equilibrada do problema levar-nos-á a buscar a adequada integração entre as várias formas através das quais o comportamento ético se manifesta. Assim:



A ÉTICA DO COMPORTAMENTO INDIVIDUAL: tanto regula os atos individuais externos como as formas psicológicas e interiores de tratar e conceber a individualidade, o ser, a espiritualidade. Exige intenso e diário trabalho interior e seus problemas e conflitos em geral aparecem sobre a forma de enigma.




A ÉTICA DO COMPORTAMENTO PÚBLICO: cabe a pessoas direta ou indiretamente relacionadas com a coletividade. Ela junta os padrões da ética de comportamento individual com os aspectos legais, regulamentares e a subordinação sempre crítica (e reflexiva) aos postulados do bem comum.




A ÉTICA DA RESPONSABILIDADE : é de difícil caracterização verbal. Implica na energia necessária ao cumprimento dos deveres e tarefas pessoais ou públicas, compatíveis com o nível de responsabilidade característicos de cada vida. Exemplos: paternidade, maternidade, chefias, postos de mando ou condições de influência (políticos, jornalistas, comunicadores, sacerdotes). Há uma ou várias responsabilidades relacionadas com compromissos assumidos ao longo da vida.


A ÉTICA DOS OBJETIVOS: é das mais complexas e profundas. Representa a escala de valores dentro da qual o indivíduo seleciona as finalidades e os objetivos tanto da própria vida quanto de sua ação pública. Representa a subordinação aos grandes princípios da vida: a liberdade, a fé, a justiça, o amor. Quanto maior a compreensão temos, maior a escala dos compromissos éticos com as finalidades e objetivos de cada vida.


ARTHUR DA TÁVOLA 

 

Fonte: http://cultcarioca.blogspot.com.br

sexta-feira, 12 de abril de 2013

VITAMINA D: O QUE A INDUSTRIA NÃO FALA....

SOBRE A VITAMINA DE EXPOSIÇÃO AO SOL
(Compilado por Mike Adams, com base em uma entrevista com o Dr. Michael Holick, autor do livro €œThe UV Advantage)
A vitamina D evita a depressão, osteoporose, câncer da próstata, câncer  da mama e, até mesmo efeitos do diabetes e obesidade.
A vitamina D é  talvez o nutriente mais subestimado no mundo da nutrição.
Isso é  provavelmente porque é €œgratuita€: seu corpo a produz quando a luz solar atinge a sua pele.
As empresas farmacêuticas não podem lhe vender a luz solar, por isso não há promoção dos seus benefícios à saúde.
A maioria das pessoas não sabe destes fatos verdadeiros sobre a vitamina D:
1. A vitamina D é produzida pela pele em resposta à exposição e radiação ultravioleta da luz solar natural.
2. Os saudáveis raios de luz solar natural que geram a vitamina D em sua  pele não atravessam o vidro e, por isto, seu organismo não produz  vitamina D quando você esta no carro, escritório ou em sua casa.
3. É quase impossível conseguir quantidades adequadas de vitamina D a  partir da dieta. A exposição à luz solar é a única maneira confiável  para seu corpo dispor de vitamina D.
4. Seria necessária a ingestão diária de dez copos grandes de leite  enriquecido com vitamina D para obter os níveis mínimos necessários de  vitamina D.
5. Quanto maior a distância da linha do equador e o lugar onde você vive,  maior será a exposição ao sol necessária para gerar vitamina D, pois depende do ângulo de incidência dos raios solares. Canadá, Reino Unido, a maior parte dos EUA estão longe do equador e maior parte do Brasil está perto do equador.
6. Pessoas com a pigmentação escura da pele podem precisar de 20-30 vezes mais exposição à luz solar do que pessoas de pele clara para gerar a mesma quantidade de vitamina D. Por isto, também, o câncer de próstata é muito frequente entre homens negros - é a simples deficiência  generalizada de luz solar.
7. Níveis suficientes de vitamina D são essenciais para a absorção de cálcio nos intestinos. Sem vitamina D suficiente, seu corpo não pode absorver o cálcio, tornando os suplementos de cálcio inúteis.
8. A deficiência crônica de vitamina D não pode ser revertida tão rapidamente. São necessários meses de suplementação de vitamina D e de exposição à luz solar para “reconstruir” os ossos e o sistema nervoso.
9. Mesmo filtros solares fracos (FPS = 8) bloqueiam em 95% a capacidade do seu corpo de gerar vitamina D. É por isto que o uso constante de protetores solares provocam deficiência crítica de vitamina D.
10. A exposição à luz solar não gera a produção excessiva de vitamina D em seu corpo, porque ele se auto-regula e produz apenas a quantidade que necessita.
11. Se a pressão firme do seu osso esterno dói, você pode estar sofrendo de deficiência crônica de vitamina D.
12. A vitamina D é €œativada€ pelos rins e fígado, antes de ser usada pelo  organismo e, por isto, doenças renais ou hepáticas podem prejudicar muito a ativação da vitamina D circulante.
13. A indústria de protetores solares não quer que você saiba da necessidade de exposição ao sol, porque esta revelação significaria a queda nas vendas de seus produtos.
14. A vitamina D é um poderoso €œremédio€ que o seu próprio corpo produz inteiramente de graça e sem necessidade de prescrição médica!
15. Algumas substâncias denominadas €œantioxidantes€ aceleram muito a  capacidade do organismo para lidar com luz solar, sem que ela nos provoque danos, também permitem que você fique exposto ao sol duas vezes mais tempo sem danos.
Um exemplo de tais antioxidantes é a astaxantina, poderoso €œfiltro solar interno€. Outras fontes de antioxidantes  similares são algumas frutas (açaí, romã, mirtilo, etc.), algumas algas e alguns crustáceos do mar (camarão, €œkrill€, etc.)
Doenças e condições causadas pela deficiência de vitamina D:
. A osteoporose é geralmente causada por falta de vitamina D que provoca deficiência na absorção de cálcio.
. A deficiência de vitamina D na infância causa o raquitismo, falta de calcificação dos ossos.
. A deficiência de vitamina D pode agravar o diabetes tipo 2 e prejudicar a produção de insulina pelo pâncreas.
.Bebês que recebem a suplementação de vitamina D (2.000 unidades por  dia) têm um risco 80% menor de desenvolver diabetes tipo 1 durante os próximos vinte anos.
. A obesidade prejudica a utilização da vitamina D no organismo e obesos precisam de duas vezes mais vitamina D.
.A depressão, a esquizofrenia e os cânceres de próstata, de mama ovário e de cólon são frequentes em pessoas com deficiência de vitamina D. Portanto, níveis normais de vitamina D previnem estas doenças.
.O risco de desenvolver doenças graves como diabetes e câncer é reduzido de 50% a 80% através da exposição simples, à luz solar natural 2 a 3  vezes por semana.
.A depressão sazonal de inverno, muito comum nos países de clima  temperado, é causada por um desequilíbrio da melatonina, devido à menor de exposição ao sol.
. A vitamina D é utilizada no tratamento da psoríase, doença inflamatória crônica da pele.
.Deficiência crônica de vitamina D é muitas vezes diagnosticada erradamente como fibromialgia, porque seus sintomas são muito semelhantes: fraqueza muscular e dores.
Estatística chocante!
São deficientes em vitamina D:
40% da população dos EUA, 32% dos médicos e estudantes de medicina, 42% das mulheres afro-americanas em idade fértil, 48% das meninas de 9 a 11 anos, até 60% dos pacientes de hospitais, até 80% dos pacientes do lar  de idosos e 76% das mulheres grávidas e 81% das crianças delas nascidas, as quais terão, mais tarde na vida, maior predisposição ao diabete tipo 1, à artrite, à esclerose múltipla e à esquizofrenia.
O que você pode fazer:
A exposição sensível à luz solar natural é a estratégia mais simples,  mais fácil e ainda uma das mais importantes para melhorar a saúde.
Se  mais pessoas lessem estas informações, poderíamos reduzir drasticamente  as taxas de várias doenças crônicas. A exposição à luz solar é realmente uma das terapias mais poderosas. Não há nenhuma droga, nenhum  procedimento cirúrgico ou de alta tecnologia que chegue sequer perto do  surpreendente efeito saudável da luz natural. E o melhor: você pode  obtê-lo gratuitamente!!! E o pior: é por isso que quase ninguém o  divulga!

Alexandre Pimentel Escritor, Palestrante e Terapeuta www.alexandrepimentel.com.br

Fonte: http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com.br

segunda-feira, 8 de abril de 2013

OS ANIMAIS ASCENCIONAM?

"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal,
ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante."
Albert Schwweitzer (Nobel da Paz - 1952)




«Algumas pessoas consideram determinados animais como sagrados, acima de si mesmos.

Outros consideram os animais como uma ferramenta financeira.

Os animais são torturados, abusados, alguns ficam insanos com a crueldade com que eles são tratados.

Outros consideram os animais como um transtorno, algo a ser atingido e morto.

Outros vêem os animais simplesmente como alimento e pegam somente o que eles precisam.



Mas então há aqueles que tratam os seus animais escolhidos com grande amor. Eles alimentam, acalentam e até mimam este animal, emocional e amorosamente, tratando o animal como se fosse o seu próprio filho.

Um contraste de atitudes, não é?

Assim como há um reino humano, há um reino animal.

Os animais servem ao reino humano, exatamente como os reinos minerais e vegetais o fazem.



Há alguns animais que entram na cadeia alimentar para a humanidade.

Eles vêm sabendo disto.

Vocês acham que um pássaro, uma vaca, um cervo, não tem consciência, nem sentimentos?



Vocês julgam assim porque eles não se comunicam como vocês, expressando uma linguagem.

Entretanto, eles são capazes de chorar devido ao medo e pela dor.

Eles têm carne, sangue, ossos, e nervos como vocês.

Eles têm também uma forma de inteligência.

Conquanto esta não seja em um nível humano, ela existe.

Eu posso lhes assegurar que eles realmente sentem dor – emocional e fisicamente.



É o momento para que a humanidade mude a sua atitude com o reino animal, de uma atitude de arrogância para a compaixão.

Todos servem nos ciclos da vida, da existência.



Vamos considerar os animais que lhes chegam como um animal de estimação. Freqüentemente é um animal escolhido.

Como há muitas espécies, eu falarei do cão ou do gato doméstico.

Muitos virão para a vida de uma pessoa para curar em algum nível.

Esta é freqüentemente uma cura emocional.



Vocês fornecerão o alimento, o abrigo – um porto seguro.

Em troca, vocês receberão amor incondicional e lealdade.

Muitos de vocês buscam encontrar estas qualidades em um relacionamento humano, e não podem.

Assim, vocês dão muito amor e afeição ao seu animal de estimação.



Frequentemente o animal fica contente, simplesmente por saber que eles estão com vocês no mesmo espaço.

Muitos de vocês contam aos seus animais os seus problemas, preocupações, sentimentos.

Vocês podem ver o animal olhando para vocês intensamente.

Neste momento o animal compreende as suas emoções, os seus sentimentos.



Um cão freqüentemente caminhará com vocês e se vocês estiverem sentados, descansará a cabeça dele em sua perna.

Isto equivale a um abraço humano.

Os animais se comunicam em um nível diferente dos humanos.

Entretanto, eles compreendem mais do que vocês percebem.

Os olhos são os portais da alma.

Isto também é verdade em relação a um animal.

 Aqueles que escutam a sua alma compreenderão o que eu estou dizendo.



Freqüentemente é difícil para vocês amarem, se doarem totalmente, incondicionalmente.

Um animal pode.

Muitos cães domésticos fazem isto.

Eles aprenderam que a sua companhia humana é tudo o que importa.

Que neste relacionamento há amor, há paz, há confiança.

Eles se tornam devotados, leais.



Quantos de vocês que experienciam um relacionamento íntimo com outro podem dizer o mesmo?

Quantos podem amar incondicionalmente?

Pensem nisto por um momento.

Pois isto significa aceitar os vários padrões comportamentais do outro, tanto os agradáveis quanto os não tão agradáveis.

Vocês podem aceitar verdadeiramente?

Um cão pode.

E vocês os consideram inferiores a vocês.

Algumas vezes o animal é o professor.

Até quando vocês estão zangados, o cão não interfere, esperando até que a sua raiva tenha terminado antes de entrar em seu campo de energia.

Ele faz isto sem julgamento.



Há alguns cães e gatos que virão até uma pessoa porque eles compartilharam uma existência anterior com eles.

Naquele tempo pode não ter sido concluído e assim eles retornam.

Assim como duas almas humanas podem se reconhecer, assim podem a alma de um animal e a alma humana se reconhecerem.

Vocês sentem um reconhecimento instantâneo, uma consciência instantânea de conhecer a outra alma.



Sentem-se muito confortáveis um com o outro.

Estes animais encarnam com um propósito.

Uma afirmação deste canal me chega: “Ofereça um lar a um animal extraviado, e ele lhe retribuirá com bondade.”

E vocês ainda dizem que não há inteligência em um animal?

Eu lhes digo: pensem novamente.

Fiquem em silêncio e observem.



Assim me perguntam: “Um animal ascende?"



O que vocês chamam de ascender?

O que vocês acham que acontece?

Da mesma forma que um humano vivencia existência após existência a aprendizagem e experiências, assim pode faze-lo um animal doméstico.

Eu digo doméstico por uma razão.

Estes mantêm uma vibração mais elevada do que um animal selvagem.

Como a sua vibração se eleva e eles mantêm mais luz, mais amor, eles também percorrem um caminho mais elevado para a ascensão.

Pois eles serviram à humanidade e a Deus, assim como vocês.



Entendam, meus amigos, vocês acham que a ascensão está em aprender, estudar.

Isto é a compreensão humana, a expressão humana.

Entretanto, a ascensão não pode ser atingida até que vocês venham verdadeiramente do seu coração, incondicionalmente, com amor, sem julgamento do outro.

Sem prejudicar o outro, física ou verbalmente.

Vocês entendem?

Vocês compreendem os muitos níveis que existem no caminho para a ascensão?



Frequentemente os laços se tornam muito fortes entre um humano e o seu animal doméstico.

Ambos sentem isto e ambos respondem com amor e gentileza.

O animal se torna parte da família.

Exatamente como vocês requerem algumas vezes a cura universal, assim também o seu animal.

Cães e gatos são muito intuitivos, como são os cavalos.

Eles respondem fortemente aos vários campos de energia dos outros.

Eles freqüentemente absorvem as energias negativas, particularmente dos seus companheiros humanos.



Eu não uso a sua palavra “proprietário”, pois nenhuma alma pode possuir outra, não.

A energia da cura universal é de grande benefício, ela clarifica e cura o campo áurico do animal e o corpo físico – exatamente como ocorre com vocês.

Isto prolonga a vida e restaura a harmonia em cada nível.



Vocês sabiam que estes animais domésticos também residem em uma dimensão mais elevada quando eles fazem a transição?

Muitos são capazes de passar por um médium como este – o canal – para reconhecer a família humana que eles amaram tanto durante a sua experiência de vida, assim como vocês são capazes quando fazem a transição.

Todos chegam com amor; a negatividade de qualquer tipo não pode existir naquele plano.



Enquanto vocês também elevam a sua vibração e são capazes de se comunicar em níveis mais elevados, muitos são agora capazes de se comunicar com o seu animal de estimação usando a telepatia.

Assim, percebam, outros níveis de comunicação estão abertos para vocês.



Estejam abertos a todos com amor.



MESTRE KUTHUMI”

sábado, 6 de abril de 2013

VAMPIROS DE ENERGIA

Todos nós os conhecemos, sabemos como são, como se vestem, como agem e seus propósitos: sugar o sangue de suas vítimas, pois só assim sobrevivem.

Esses são os vampiros dos filmes, seres errantes de capa preta e grandes dentes, ávidos por sangue, que andam pelas sombras em busca de suas vítimas.

Mas existe um tipo de vampiro que convivemos diariamente - os vampiros de energia.

Eles podem ser nosso irmão, marido ou esposa, empregado, amigo, vizinho, gerente do banco, ou seja, qualquer um do nosso convívio.

Eles roubam energia vital, comum no universo, mas que eles não conseguem receber.

Mas, afinal, por que estas pessoas sugam nossa energia?

Bem, em primeiro lugar a maioria dos vampiros de energia atua inconscientemente, sugando a energia sem saber o que estão fazendo.

Isso acontece porque elas não conseguem absorver as energias das fontes naturais e ficam desequilibradas energeticamente.

Quando essas pessoas bloqueiam o recebimento destas energias naturais (ou vitais), precisam encontrar outras fontes mais próximas, que nada mais são do que as pessoas ao redor.

Na verdade, quase todos nós, num momento ou outro da vida, quando nos encontramos em um estado de desequilíbrio, acabamos nos tornando vampiros da energia alheia.

Como identificar e combater essas pessoas?

1. Vampiro cobrador: cobra sempre, de tudo e todos.

Quando nos encontramos com ele, já vem cobrando o porquê não lhe telefonamos ou visitamos.

Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, abrirá as portas.

O melhor é usar de sua própria arma, cobrando de volta e perguntando por que ele não liga ou aparece.

Deixe-o confuso, sem tempo para retrucar e se retire rapidamente.

2. Vampiro crítico: crítica tudo e todos, e o pior que é só critica negativamente.

Vê a vida somente pelo lado sombrio.

A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado, que abrirá seu sistema para que a energia seja sugada.

Diga 'não' à suas críticas e nunca concorde com ele.

A vida não é tão negra assim.

O melhor é cair fora e cortar o contato.

3. Vampiro adulador: o famoso puxa-saco.

Adula o ego da vítima, cobrindo-a de elogios falsos, tentando seduzi-la.

Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.

4. Vampiro reclamador: reclama de tudo e de todos.

Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar.

O mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos.

A melhor tática é deixá-lo falando sozinho.


5. Vampiro inquiridor: sua língua é uma metralhadora.

Dispara perguntas sobre tudo e não dá tempo para que a vítima responda.

Na verdade ele não quer respostas, mas sim desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo de pensamentos.

Para sair de suas garras, não se ocupe à procura de respostas.

Reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal, contundente e procure se afastar assim que possível.

6. Vampiro lamentoso: são os lamentadores profissionais, que anos a fio choram suas desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo.

Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena.

É sempre o coitado, a vítima.

Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, pois elas não resolvem situação alguma.

7. Vampiro pegajoso: investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima.

Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos.

Ele suga a energia seduzindo ou provocando náuseas e repulsa.

Nos dois casos você estará desestabilizado e vulnerável.

Invente uma desculpa e fuja rapidamente.

8. Vampiro grilo-falante: a porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido.

Pode falar durante horas, e enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se invente uma desculpa, levante-se e vá embora.

9. Vampiro hipocondríaco: cada dia aparece com uma doença nova.

É desse jeito que chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados.

Enquanto descreve os pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois sente-se péssimo.

10. Vampiro encrenqueiro: para ele o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa.

Quer que a vítima compre sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo.

Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia.

Não dê campo para a agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.

Bem, agora que você já conhece como agem os vampiros de energia, livre-se deles o mais rápido possível.

Mas, não esqueça de verificar se você, sem querer é obvio, não faz parte dessa lista...


Vera Caballero, jornalista, orientadora metafísica e professora de bioenergias e proteção psíquica
Fonte: http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com.br