segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O QUE É NAMASTÊ?

A palavra NAMASTÊ é o cumprimento em sânscrito que literalmente significa "Curvo-me perante a ti".

NAMAS (reverenciar, saudar, curvar-se) TE (ti)

NAMASTÊ é a forma mais digna de cumprimento de um ser humano para outro.

Expressa um grande sentimento de respeito.

Invoca a percepção de que todos nós compartilhamos da mesma essência, da mesma energia, do mesmo universo.

NAMASTÊ possui uma força pacificadora muito intensa.

Em síntese é "Saúdo a você, de coração" e deve ser retribuído com o mesmo cumprimento.

O Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em você.

O Deus que há em mim saúda o Deus que há em ti.

O Espírito em mim reconhece o mesmo Espírito em você.

A minha essência saúda a sua essência.
As pessoas que trocam indiferença, desconfiança ou ódio, são pessoas que esqueceram que Deus habita cada ser.

Conhecido pelos budistas como Anjali Mudra, consiste no simples ato de pressionar as palmas das mãos ante o coração e os dedos apontando para cima, no centro do peito.

Inclina-se levemente a cabeça sem ser acompanhado de palavras.

Frequentemente fecha-se os olhos, para então curvar-se a coluna, em sinal de respeito à divindade que preenche todos os espaços do universo.

A coluna retorna à posição ereta mais lentamente do que quando abaixou, também simbolizando respeito à outra pessoa.

Os cinco dedos da mão esquerda representam os cinco sentidos do coração, enquanto os dedos da mão direita representam os cinco órgãos da razão.

Significa então que mente e coração devem estar em harmonia, para que nosso pensar e agir estejam de acordo com a Verdade.

Também é um reconhecimento da dualidade que existe no mundo, simbolizando a união das polaridades, esquerda e direita, bem e mal e sugere um esforço de nossa parte para manter essas duas forças unidas em equilíbrio.

DEZ DEDOS UNIDOS NO NAMASTÊ.

O número dez é símbolo da perfeição, da unidade, do equilíbrio perfeito.

Os dez Mandamentos, as dez emanações da Árvore da Vida, os dez vértices da estrela de Pitágoras,a Parábola dos Dez Talentos (Mt,25).

Toda a criatura é um reflexo dos Dez Atributos Divinos:

Apego, Bondade, Conhecimento, Entendimento, Esplendor, Harmonia, Perseverança, Realeza, Sabedoria, Severidade.

NAMASTÊ traz o Sagrado para dentro de cada ser humano, afirmando que Deus não está no céu, num templo ou mesmo na natureza.

Deus está em tudo, em cada um de nós e qualquer dissociação da imagem do divino da nossa é inútil.

Ao fazer o Namastê, afirmamos que todos somos filhos e partes do Sagrado, indissociáveis e iguais.

 
Namastê!
FONTE:http://espacoseraphisbey.multiply.com/journal/item/56

sábado, 29 de outubro de 2011

O PASSADO

Muitos de vocês vivem no passado - com medo de avançar e com medo de mudar.
O passado como vocês o conhecem se foi.

Ele só deixou lembranças - algumas boas, algumas ruins - mas somente lembranças.
Vocês não podem voltar ao passado; vocês não podem viver no passado.

Como vocês podem viver em algo que já passou?

Vocês realmente estariam vivendo nas lembranças.

Muitas almas vivem em suas lembranças, pois foi quando elas foram mais felizes.

Elas não compreendem que podem ter felicidade hoje, no agora!

Elas só conseguem ver suas lembranças.

Quando elas fazem isto, elas não podem ver o agora ou o que está chegando - aquilo que vocês no plano terreno chamam de futuro.

É difícil se liberar de lembranças, mas uma vez liberados vocês então poderão ter uma vida livre, desimpedida, porque existe somente o agora!

Este momento do tempo agora, é tudo o que importa.
Nada mais é importante, o agora é tudo.

O que importa ainda é este momento do tempo - o agora - e permitir que o que está para vir se manifeste.

Se vocês vivem no agora, vocês deixam o passado para trás e permitem que o futuro se manifeste.

Então vocês realmente se alinham com seu destino.

O passado já aconteceu e se foi.

Ele lhes ensinou lições, ajudou a moldá-los no que vocês são agora, sendo uma bênção (algumas almas podem achar uma maldição), mas já se foi.

Não recuem para o passado, mas fiquem calmos no agora!

Quando vocês puderem fazer isto, vocês realmente conhecerão a paz.

Quando vocês fizerem isto, o futuro - como vocês o chamam ou o que está por vir para vocês - se revelará graciosamente, trazendo com ele maravilhosas oportunidades de crescimento e expansão.

Fonte:http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com/2011/10/maitreya-o-passado.html

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

ESCOLHAS

Há um propósito em tudo, em ficar parado e em avançar e há tanto poder em uma pausa como há em uma escolha.

Na verdade, às vezes a pausa é um espaço muito poderoso para estar, pois nos permitimos o luxo de usar o nosso tempo para aceitarmos ou recusarmos uma oportunidade, contanto que não fiquemos muito tempo.

Uma pausa breve, intencional, consciente e deliberada é uma poderosa declaração de nossa disposição e desejo de fazer a escolha melhor e mais elevada. Mas quando muito prolongada, ficamos presos na pausa e então ficamos no meio, sem saber para onde ir, então não vamos a lugar algum.

Escolhas são pontos de transformação muito importantes, porque cada escolha cria outra etapa na jornada de nossa vida e cada decisão de aceitar ou recusar, cria um novo caminho para nós.

Mas nem sempre podemos manter um forte movimento à frente, porque há momentos em que precisamos avaliar os resultados de nossas escolhas, fazer um inventário do que criamos e decidirmos o que funciona e o que não funciona. E a única maneira de fazer isto é deixar de se mover, ficando no meio e dando uma olhada ao redor.

Agora, estar no meio não é onde precisamos nos criticar e nos julgar, observarmos todas as escolhas erradas ou sentirmos que estamos em um beco sem saída.

É uma oportunidade de nos darmos uma pausa, dar-nos o tempo para recuperarmos o atraso e tomarmos um fôlego, vermos o panorama de nossas vidas a partir da perspectiva da realização e da celebração.

Passamos muito tempo fazendo e pensando e sem o equilíbrio de sermos, pode parecer que estamos sempre com pressa para o próximo destino. Não há destino, a não ser aquele em que estamos e nenhum momento mais importante do que o atual.

O meio é uma escolha poderosa, contanto que isto não permaneça a nossa escolha por muito tempo. Há uma linha tênue entre ser um observador a partir deste ponto intermediário e ficar lá preso, porque não podemos decidir o que precisamos fazer em seguida.

Quando reservamos um momento para fazermos uma pausa, permitimos que o que está acontecendo no Espírito passe para nós, a um nível do ego, para integrarmos novos pensamentos, pensarmos e em seguida, nos permitirmos a usar isto como um novo ponto de partida para a jornada de nossa vida.

Devemos nos dar um momento para uma pausa, deliberada e intencionalmente, assim podemos considerar que os nossos próximos passos são uma dádiva de confiança e de fé.

Permitimos então que o silêncio se torne o solo fértil que produz pensamentos poderosos e imperiosos que permitirão que o próximo caminho que escolhermos para a nossa realidade expresse os aspectos mais elevados de nosso potencial.


Fonte: http://www.urielheals.com/   Tradução de Regina Drumond
reginamadrumond@yahoo.com.br   

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O QUE É O YOGA?

“Yoga é a suspensão dos processos mentais. 

Yoga Chitta-vrittti nirodhah”


Yoga é a transformação da consciência humana em consciência divina. 
  
É uma filosofia prática que permite ao ser humano acordar de seu 
sono e vivenciar a felicidade permanente que ele é. O ser humano, 
não percebendo que ele já é a felicidade, busca incessantemente 
esta felicidade fora de si, nos objetos externos. 

Mais cedo ou mais tarde, percebe que a causa do seu sofrimento 
está na limitação de sua mente, e que a felicidade não é encontrada
fora, mas em cada momento em que está consigo mesmo, sem 
desejos,sem pensamentos, em paz.

Yoga é uma antiga filosofia de vida que se originou na Índia há 
mais de 5000 anos.  Não obstante, ele figura ainda hoje em todo 
o mundo como o mais antigo e holístico sistema para colocar em 
forma o corpo e a mente. 

Literalmente, Yoga significa união pois ele une e integra 
o corpo, a mente e nossas emoções para que sejamos capazes de agir
de acordo com nossos pensamentos e com o que sentimos. 

O Yoga nos induz a um profundo relaxamento, tranqüilidade mental, concentração, clareza de pensamento e  percepção interior juntamente 
com o fortalecimento do corpo físico e o desenvolvimento da flexibilidade. 

Fonte: http://revolucaodosindigos.wordpress.com/2011/09/25/yoga-o-bom-habito/

terça-feira, 25 de outubro de 2011

AMOR ESPIRITUAL

Que teu coração voe nas asas da espiritualidade consciente, para que tudo percebas a ternura invisível tocando o centro do teu ser eterno.

Que um suave vento te acompanhe, na terra ou no espaço e por onde quer que a força do amor leve o teu viver invisível.

Que o teu coração sinta a presença secreta do inexplicável.

Que os teus pensamentos, os teus amores, o teu viver, a tua passagem pela vida sejam sempre abençoadas por aquele amor que ama sem nome.

Aquele amor que não se explica, só se sente.

Que esse amor seja seu rumo secreto, viajando eternamente dentro do teu ser

Que esse amor transforma os teus dramas em Luz, a tua tristeza em celebração, e os teus passos cansados em alegres passos de danças renovadoras.

Que o teu viver seja pleno de Paz e Luz



Autor desconhecido.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

CRÔNICA DO AMOR

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa. 
Arnaldo Jabor

domingo, 23 de outubro de 2011

A LUCIDEZ PERIGOSA

Estou sentindo uma clareza tão grande
que me anula como pessoa atual e comum:
é uma lucidez vazia, como explicar?
Assim como um cálculo matemático perfeito
do qual, no entanto, não se precise.
Estou por assim dizer
vendo claramente o vazio.
E nem entendo aquilo que entendo:
pois estou infinitamente maior que eu mesma,
e não me alcanço.
Além do que:
que faço dessa lucidez?
Sei também que esta minha lucidez
pode-se tornar o inferno humano
- já me aconteceu antes.
Pois sei que
- em termos de nossa diária
e permanente acomodação
resignada à irrealidade -
essa clareza de realidade
é um risco.
Apagai, pois, minha flama, Deus,
porque ela não me serve para viver os dias.
Ajudai-me a de novo consistir
dos modos possíveis.
Eu consisto,
eu consisto,
amém.
Fonte: Clarisse Lispector

sábado, 22 de outubro de 2011

BORBOLETAS

Quando depositamos muita confiança ou expectativas em alguem,o risco de
se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.

Temos que nos bastar, nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
MÁRIO QUINTANA

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

VOCÊ SABE O QUE É ASPARTAME?

É uma formula química que há na maioria dos refrigerantes, adoçantes, chicletes e muitos outros produtos.
O ASPARTAME é usado no lugar do açucar em mais de 4.000 produtos em todo o mundo.
Também é conhecido como:
Nutrasweet, Zerocal, Finn e Equal que é uma das substâncias mais tóxicas consumidas hoje em dia.

Aspartame, A história :
O Aspartame foi criado em 1965 pela empresa norte-americana Monsanto e aprovado pelo Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos em 1981.

COMO É FABRICADO O ASPARTAME?
O ASPARTAME é gerado em laboratórios, a partir da bactéria E. Coli, eles alimentam essa bactéria com LIXO tóxico e depois essa bactéria DEFECA o ASPARTAME.

O QUE PODE CAUSAR O ASPARTAME ?
*Diversos tipos de Câncer
*Nascimentos prematuros
*O bebe pode nascer com deformidades
*Epilepsia
*Leucemia
*E muitas outras ainda não comprovadas

Aspartame
O Aspartame é mortal para os diabéticos.
Todos os médicos sabem o que o metanol causaria num diabético.
Os médicos acreditam que seus pacientes têm retinopatia, quando de fato, o mal é causado pelo Aspartame.
O Aspartame mantém o açúcar sangüíneo fora de controle, fazendo com que muitos pacientes entrem em coma.
Infelizmente, muitos morreram.
Venenos mortais!
Infelizmente, leva muito tempo para matar, mas está matando as pessoas e causando todos os tipos de problemas neurológicos .

O ASPARTAME muda a química do cérebro ...
É A causa de diversos tipos de ataque.
Esta droga muda os níveis de dopamina no cérebro.

Imagine o que acontece com os pacientes que sofrem de Doença de Parkinson? Também causa malformações fetais.

O danone ACTIVIA, tem também em sua formula usa o ASPARTAME.
Veja no rotúlo:
Ingredientes: leite desnatado e/ou leite desnatado reconstituído, preparado de morango (água, frutose, morango, amido modificado, corante natural carmim cochonilha, conservador sorbato de potássio, acidulante ácido cítrico, edulcorantes artificiais ciclamato de sódio e aspartame, aromatizante e espessante goma guar), amido modificado, fermento lácteo e estabilizante gelatina.
Contém fenilalanina. Contém glúten. Pode conter traços de castanha de caju.
OBS.: Todas as versões LIGHT contém ASPARTAME!!!

Trident - Aspartame
No famoso chiclete TRIDENT, que "não estraga os dentes", você pode encontrar em todo os sabores o ESPARTAME em seus ingredientes!

 
Coca-Cola Zero Pegue uma Coca-cola Zero e veja no rótulo a lista de ingredientes que compõem esse refrigerante.
Você encontrar:
Água gaseificada, extrato de noz de cola, cafeína, aroma natural, corante caramelo IV, acidulante ácido fosfórico, conservador benzoato de sódio, regulador de acidez citrato de sódio e os seguintes edulcorantes artificiais: ciclamato de sódio 24mg/100ml, acessulfame de potássio 15mg/100 ml e aspartame 12mg/100ml.

Texto: Suprema Verdade
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=113325728


Estas são as reações e os efeitos colaterais do ASPARTAME:
- Dores abdominais
- Ataques de ansiedade
- Artrite
- Asma
- Reações asmáticas
- Inchaço, edema (retenção de líquidos)
- Problemas referentes ao nível de açúcar no sangue (hipoglicemia o hiperglicemia)
- Câncer no cérebro (estudos em animais efetuados antes da aprovação)
- Dificuldade respiratória
- Ardor nos olhos e na garganta
- Ardor nas vias urinárias
- Dificuldade de raciocínio lógico
- Dores na caixa torácica
- Tosse crônica
- Afadigamento crônico
- Estado confusional
- Morte
- Depressão
- Diarréia
- Tonturas
- Excessiva sede ou fome
- Afadigamento
- Distorção da realidade
- Avermelhamento do rosto
- Perda de cabelos (calvície) ou ainda adelgaçamento dos cabelos
- Dores de cabeça/cefaléias, tonturas
- Perda da capacidade auditiva
- Palpitações
- Urticária
- Hipertensão (pressão alta)
- Impotência e outros problemas sexuais
- Dificuldade de concentração
- Predisposição às infecções
- Insônia
- Irritabilidade
- Pruridos
- Dores nas juntas
- Laringite
- Brancos na memória
- Mudanças de personalidade
- Perda de memória
- Problemas e mudanças no ciclo menstrual
- Espasmos musculares
- Náusea e vômitos
- Formicação e dormência das extremidades
- Reações alérgicas e similares
- Ataques de pânico
- Fobias
- Redução da memória
- Aumento dos batimentos cardíacos
- Reações cutâneas
- Convulsões
- Dificuldade de pronúncia
- Dores ao engolir
- Taquicardia
- Tremores
- Tinitus
- Vertigens
- Perda da vista
- Aumento de peso

O aspartame piora ou imita os sintomas das seguintes doenças:
- Fibromialgia
- Artrite
- Esclerose múltipla
- Mal de Parkinson
- Lúpus
- Sensibilidade a múltiplos agentes químicos
- Diabete e complicações diabéticas
- Epilepsia
- Mal de Alzheimer
- Defeitos de nascença
- Síndrome do afadigamento crônico
- Linfoma
- Doença de Lyme
- Problemas de concentração
- Ataques de pânico
- Depressão e outros problemas psicológicos 


FONTE:http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com/2011/10/voce-sabe-o-que-e-aspartame.html

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

SONERGIA - FAZER ESCOLHAS POSITIVAS

Fazer escolhas positivas não significa só pensar em coisas boas; significa tirar o melhor partido de todas as coisas, inclusive das ruins. Quando você está diante de uma perda familiar, sua escolha pode ser de desespero ou de serenidade. Se você focar na perda, na triste conclusão de nunca mais desfrutar daquele relacionamento, o sofrimento vai ser intenso. Se focar na convivência harmoniosa que por tantos anos desfrutou com aquele ente querido, o pensamento, apesar de tudo, vai passar por muitos momentos prazerosos. Tudo depende de você, da sua imaginação.

Pensamento gera sentimento, que gera comportamento.
Lembro de uma história interessante sobre escolhas. Uma moça foi a uma festa, estreando um vestido novo. Na festa, ela se divertiu como nunca desde o momento de sua chegada até o final. Quando a festa terminou, ela foi tomar um cafezinho. Alguém esbarrou na xícara e o café derramou no vestido novo. No dia seguinte, sua mãe perguntou: “A festa foi boa?” Qual terá sido a resposta da moça? Ela teve como foco a festa ou o vestido? Uma coisa é certa: o pensamento vai gerar o sentimento que influenciará o comportamento. Ela pode ter amado ou detestado a festa. Tudo vai depender da escolha que ela fez. Para entendermos melhor o assunto, temos que conhecer alguns fatores que nos levam às escolhas. Vamos começar pelos ícones.

Temos que buscar nossos ícones.
Ícone é a representação de uma pessoa ou coisa que deixou sobre você uma forte influência. Essa definição não me parece abrangente, mas vai ajudar. Podem ser ícones seu pai, seu professor e até mesmo sua cidade. Para entendermos nossas escolhas, precisamos conhecer nossa proveniência.
Durante a vida, você construiu momentos de alegria, tristeza, amor, sabedoria, insegurança, medo e agressividade, muitas vezes baseados na influência de seus ícones. Quem tem razão? Os dois. Quando nossas escolhas passam a nos influenciar negativamente, a atrapalhar nossa vida e nosso humor, precisamos buscar soluções. O problema pode estar em nossas crenças, sedimentadas pelos ícones que nos influenciaram.

Fatos e Opiniões
Hoje, existe muita confusão entre fatos e opiniões. Essa confusão às vezes dificulta nossas escolhas. Para uma escolha criteriosa de opinião, é necessário estar o mais próximo possível do fato. Como isso muitas vezes é impossível, devemos ter o cuidado de não radicalizar. Veja um exemplo de confusão. Ao proferir a frase “Parte dos políticos do Brasil é desonesta”, faço uma pergunta: trata-se de um fato ou de uma opinião? Alguns vão dizer que é fato, outros afirmarão que é opinião. Sobre aquilo que não temos conhecimento não devemos emitir opiniões. A escolha de nossas opiniões deve ser feita com conhecimento de causa. Para reavaliarmos escolhas que não nos agradam, precisamos nos concentrar e procurar em nós mesmos a origem do problema. Mais uma vez, podemos fazer uso da Música Terapêutica. Vamos relaxar, entrar em concentração e procurar, numa viagem no tempo, os ícones que sedimentaram nossas crenças. Ao encontrarmos as razões que motivaram nossos sentimentos desagradáveis, fica mais fácil fazer mudanças. E mais uma vez é importante lembrar: nada muda se você não mudar.

Naire Siqueira 
Fonte:http://cultcarioca.blogspot.com/2011/10/sonergia-fazer-escolhas-positivas-naire.html

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

PERDOAR É O AMOR EM AÇÃO

Estamos preparados para perdoar o próximo?

Enquanto considerarmos que o erro é só do outro, sentiremos dificuldades em perdoar.

Poderemos assumir ares de superioridade e indiferença até.

Só começando a perdoar de todo o coração é que se pode dissolver tais sentimentos e atitudes.

Será preciso humildade para entendermos que o perdão nos aproxima das pessoas, que é o amor agindo em nossas vidas e que contribui para a felicidade, nossa e do outro.

Só perdoando estaremos livres de rancores e sentimentos menores.

Todos nós estamos sujeitos a errar.

Daí a importância do perdão para restabelecer a harmonia entre as pessoas, reabrindo canais de comunicação, sem reservas e ressentimentos.

Perdoar é mandamento Divino.

Perdoar é o Amor em ação! 

Fonte: http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com/2011/10/perdoar-e-o-amor-em-acao.html

sábado, 15 de outubro de 2011

O DIA EM QUE O RIO DE JANEIRO DERRETEU

Aparentemente aquele dia amanheceu igual a todos os outros do mês de janeiro. Céu azul, lavado, um sol forte e musculoso ainda se espreguiçando, uma promessa de calor. Manhã sob medida para turistas, estudantes em férias e desempregados. O Rio, quando quer, sabe como nenhuma outra cidade se enfeitar para o verão. D. Odete Araújo abriu a janela de sua casinha em Bangu e girou a cabeça como se tentando perscrutar o tempo. Viu um cidadão parado na calçada segurando um cigarro. A fumaça do cigarro subia em linha reta, parecia traçada a régua. Não havia a mais leve brisa no ar. D. Odete respirou fundo, passou as costas da mão na testa gotejante e comentou com a vizinha:
— Acho que hoje chegaremos aos 45 graus.
Os moradores de Bangu entendem mais do que todos de altas temperaturas. A vizinha deu de ombros. Um grau a mais ou a menos não faz diferença neste inferno suburbano. Na véspera, os termômetros de Bangu acusaram 44.8 graus, quebrando os recordes dos anos de 84, 85, 86 e 87. D. Odete comentou num tom cabalístico que aquele era o 13º dia consecutivo que o Rio se debatia com uma febre de 40 graus.
No Centro da cidade, um movimento típico das manhãs de verão. As pessoas procurando as sombras, procurando os bares, procurando diminuir o ritmo. Nada de anormal. O contínuo Ademar Ferreira, porém, percebeu o termômetro digital, que uma hora antes acusava 43 graus, agora marcando 48. O amigo, com quem conversava numa esquina da Avenida Rio Branco, disse que os termômetros estavam de miolo mole. Ontem vira um marcando 54 graus. Ademar continuou conversando, tornou a olhar o termômetro: 49 graus. Notou certa inquietação no ar. Os transeuntes se mexiam mais, tiravam o paletó, afrouxavam a gravata: 50 graus. Outras pessoas começaram a perceber a escalada dos termômetros. O calor aumentava: 51 graus. Um grupo preocupado se reuniu em torno de um orelhão e ligou para o Serviço de Meteorologia. O que está acontecendo? Os cientistas admitiam que a temperatura subia. vertiginosa, mas desconheciam as razões. Estavam acompanhando uma frente fria encalhada na Patagônia.
As pessoas se aglomeravam diante dos termômetros como se acompanhassem o movimento de apostas no Jóquei: 53 graus. As expressões revelavam medo e tensão. O calor tornava-se escaldante. Era como se tivessem ligado o forno da Rio Branco: 55 graus. Não dava mais para ficar exposto ao sol. As pessoas procuraram proteção embaixo das marquises. Muitas, nervosas, se refugiavam em lojas e escritórios com ar condicionado: 56 graus. Um bando de honrados cidadãos invadiu uma loja de eletrodomésticos:
— Liguem os ventiladores, pelo amor de Deus! — Infelizmente vendemos todos — respondeu o vendedor, torcendo o lenço empapado de suor.
Na Zona Sul o pânico se alastrava como um rastilho de pólvora. Edevaldo Santos, vendedor de picolés na praia, notou que algo estranho acontecia quando abriu a caixa de isopor e viu os palitos boiando num caldo de sorvete: 60 graus. Não dava mais para atravessar a areia quente. Quem ficou na praia já não podia sair. Dois helicópteros procuravam transportar os banhistas. Primeiro, velhos e crianças! A praia, como a cidade, já estava sob o império do caos, apesar das rádios e televisões pedirem calma à população. A corda que pendia dos helicópteros era disputada a tapa: 65 graus. Faltava ar, a garganta secava, o corpo parecia incandescente. A estudante Luísa Coelho lembrou-se de Joana D'Arc. Teve início a invasão de bares, restaurantes, supermercados. Todos corriam às prateleiras de bebidas. Água, refrigerantes, cerveja, vinho, champanhe, qualquer líquido. Tinha gente bebendo Pinho-Sol.
O trânsito enlouqueceu de vez. Os motoristas abandonavam seus carros nos congestionamentos. Os ônibus eram largados em qualquer lugar. Os veículos transformavam-se em fornos crematórios: 74 graus. Os pneus começaram a derreter. Nas ruas as pessoas iam se desfazendo das roupas. Vários executivos foram vistos se esgueirando pelos cantos, de cueca, meias e pasta. Começou a invasão dos apartamentos com ar condicionado. Eles viraram uma espécie de abrigo nuclear. Só na minha sala havia 67 pessoas se empurrando para botar a cara na frente do aparelho: 80 graus. De repente ouviu-se um ruído e logo o silêncio do ar-condicionado. A cidade ficara sem energia. O calor derreteu os cabos da Light. O sol esquentava os vidros e o concreto dos prédios. Era insuportável o calor nos apartamentos. A população desesperada saiu às ruas à cata de sombras. Num poste em Madureira havia 23 pessoas espremidas e perfiladas ao longo de sua tira de sombra: 84 graus!
Os carros dos Bombeiros circulavam pelas ruas com um restinho de água molhando a população. "Aqui, aqui! Joga aqui antes que eu pegue fogo!" Os chafarizes da cidade. estavam mais cheios do que trem da Central. Milhares de. pessoas mergulhavam na Lagoa Rodrigo dA Freitas. Só que esta, como as outras lagoas da cidade, secava rapidamente. As poucas matas pegavam fogo. As ruas de terra rachavam ao melhor estilo nordestino. O asfalto começou a borbulhar. Ploft! A cidade se transformava num caldeirão: 88 graus. No cais do porto os marinheiros se atiravam do convés como se os navios estivessem naufragando. No Santos Dumont um avião da Ponte-Aérea, ao invés de levantar vôo, embicou dentro d'água. O piloto foi aplaudidíssimo pelos passageiros.
A temperatura estava em torno dos 94 graus. No Sumaré as antenas das emissoras de televisão adernavam, desmaiando lentamente. O Pão de Açúcar começou a derreter como um sorvete de casquinha. Uma mancha escura se espalhava pelo mar. No meio, boiando, o bondinho com turistas americanos fotografando tudo. Outros morros também derretiam. O Dois Irmãos, para surpresa geral, entrou em erupção. A estátua de Cristo tinha desaparecido do alto do Corcovado. Dizem que, quando o morro começou a desmanchar, Ele saiu voando com seus braços abertos. Todo mundo já estava tendo visões e alucinações. Nas calçadas da Visconde de Pirajá — lado da sombra — as pessoas se arrastavam aos gritos de "água, água". Eram inúmeras as miragens. O pipoqueiro Manuel de Souza jura que viu as Sete Quedas na Praça Nossa Senhora da Paz.
As 17h12min, por fim, o sol começou a perder a força. As pessoas, ainda desconfiadas, foram saindo de dentro das geladeiras, freezers, frigoríficos. Nas câmaras frigoríficas da Cibrazem — contou-se ... — havia 12 mil 344 pessoas. Uma sensação de forno quente pairava sobre o Rio. Somente à meia-noite os termômetros voltaram ao normal: 40 graus. Terminara o efeito-estufa, deixando um rastro de dor e destruição. Não havia uma única gota d'água na cidade. Fomos dormir e no Day After, como não havia trabalho, saímos todos para a praia. Pois creiam: no meio do comércio de sanduíches naturais, chapéus, cocadas, óleo para bronzear, o diabo, já tinha nego vendendo um aparelhozinho para dessalinizar a água do mar.
Carlos Eduardo Novaes

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O VIRA LATAS

Fala-se muito nos cães de raça pura, esquecendo-se dos cães sem raça como se estes não fossem tão bons ou tão bonitos, o que absolutamente não é verdade.
Durante o processo de evolução do cão a partir do ancestrais do cão doméstico, os primeiros exemplares “cães” que surgiram, seriam animais parecidos com os nossos vira-latas atuais.
A partir deles é que foram selecionadas as primeiras variedades que depois viraram as raças caninas.
Assim podemos dizer que todo cão de raça é um vira-lata especialista e que todo vira-lata é cão generalista.

Para entender o que é um “viralta” ou SRD (cão Sem Raça Definida), é preciso primeiramente entender o que é uma raça canina.
Atualmente as raças são definidas por padrões que dizem como elas devem ser fisica e psicologicamente.
Mas antes disso as ‘raças’ eram apenas tipos característicos de determinadas regiões e que eram empregados para determinadas funções.
Cães nativos de regiões desérticas utiliados para a caça sobre a areia acabaram se adaptando a ter pernas longas e visão apurada para localizar a presa em espaços abertos, para só depois serem considerados uma raça.

A medida que os homens foram vendo as aptidões de cada cachorro, pastoreio, caça, combate etc…, foram cruzando seus cães de maneira a não perder essas características.
Ou seja, um fazendeiro com um cão pastor muito bom e um farejador também muito bom, tentaria cruzar seus cães com outros bons pastores e outros bons farejadores, talvez pertencentes até mesmo a outro fazendeiro caso ele nao tivesse outros bons exemlares, mas não iria querer que eles cruzassem entre si para não correr o risco de ter um cão que não fosse nem bom pastor, nem bom farejador.

Dessa maneira as raças caninas surgiram primeiro selecionadas pelas suas funções e só depois ganharam uma aparência padronizada.
Toda raça, originalmente era composta simplesmente por cães nativos de uma região.
Com exceção talvez das raças mais modernas que foram criadas a partir de raças pré existentes.

Atualmente os vira-latas atuais são como estes cães nativos só que se reproduzem sem controle humano.
Em geral, são bons caçadores, bons guardas e bons farejadores mas dificilmente serão excepcionais em alguma dessas funções ao contrário de um cão de raça tipicamente farejadora, que será um rastreador excepcional mas dificilmente será um bom guarda.
Os tipos de viralatas são diferentes dependendo das partes do mundo onde são encontrados, uma vez que respondem ao ambiente onde vivem.
E costumam manter uma certa homogeneidade dentro de uma mesma região com algumas variações, sobretudo, devido à mistura com cães de raça.

Mesmo não sendo possível prever exatamente o quanto um filhote sem raça vai crescer quando é levado pra casa, dependendo da região é possivel, sim, ter uma base.
Em geral cães de regiões urbanas e de clima tropical costumam ter pêlo curto e porte mediano, temperamento sociável, não costumam ser desconfiados com estranhos e gostam de agradar seus donos.
Cães sem raça de regiões de clima temperado e pouco povoadas geralmente têm porte grande, pêlos variando do curto ao semi-longo, são mais desconfiados e têm temperamento mais independente.
Deste ponto de vista é incorreto considerar os viralatas ao redor do mundo todo como um único tipo de cão.

Essa descrição no entanto não é completamente confiável devido ao fato de que não existe nenhum controle sobre a reprodução destes cães.
São muitos os casos de cães de raça pura, cruzarem com cães sem raça passando características típicas da raça para os filhotes.
Em regiões como o nordeste brasileiro é possível encontrar cães sem raça com olhos azuis e pelagem semi longa morando nas ruas, o que não é o normal, mas que mostra que ele tem um possível ancestral da raça husky siberiano.
Assim como também é possível encontrar cães com orelhas pendentes ou eretas, quando o tipo original seria o de orelhas eretas.

Caso alguém queria passar a controlar a reprodução dos cães viralatas brasileiros, para que o tipo original não se perca devido a misturas com cães de raça, estaria criando uma nova raça.
Aqui nós vamos diferenciar o cão de raça mestiça do SRD (sem raça definida) ou vira-lata, embora alguns os tratem da mesma maneira eles apresesetam algumas diferenças fundamentais.
O cão mestiço é aquele que é resultante de um cruzamento entre dois cães de raças pura mas diferentes, enquanto que o cão vira-lata típico é filhote de outros cães vira-latas.
O cruzamento que origina cães mestiços ocorre, normalmente devido a algum acidente, enquanto que os acasalamentos dos cães viraltas ocorrem de acordo com a hierarquia social dos cães que habitam um determinado local, um bairro por exemplo.

O verdadeiro cão vira-lata possui um genoma bastante heterogêneo e portanto possui uma menor disposição para a maioria das doenças genéticas que afetam muitos cães de raça pura.
Muitos pensam, por isso, que os cães vira latas são mais resistentes a doenças em geral.
Isto é apenas parcialmente verdade.
Cães sem raça precisam ser vacinados, vermifugados e protegidos de doenças como qualquer outro cachorro.
Precisam de uma alimentação adequada e de exercícios.
Algumas pessoas acham que cães de raça têm “frescura” e que os cuidados são desnecessários.
Isso é um absurdo.


Cães de rua são realmente mais resistentes que cães criados em casas, mas isso não depende do fato de terem ou não raça.
Cães nascidos na rua não recebem cuidados, nem vacinas e nem têm quem cuide de seus ferimentos.
Mesmo que sejam de raça pura qualquer cachorro submetido a estas condições só sobrevive se for realmente forte.
Seguindo a lei da seleção natural de Darwin, em algumas gerações os cães de rua serão realemte mais resistentes que os cães criados em casa porque se não o fossem morreriam.
Criados em casa, precisam dos mesmos cuidados que qualquer animal doméstico.

Os cães de rua são um problema em diversas cidades do mundo.
Nas ruas os cães estão sujeitos a doenças, maltratos, atropelamentos, frio, fome e parasitas, além disso no mundo todo cães de rua produzem toneladas de fezes dentro das cidades, mordem pessoas e podem disseminar doenças como leishmaniose ou raiva para pessoas e para outros animais.
A principal preocupação das autoridades é com o controle da raiva.
Cães sem dono não são vacinados e podem iniciar focos da doença dentro de áreas urbanas.
Em algumas regiões do leste europeu existem gruposde cães sem dono vivendo como cães selvagens dentro de cidades, eles moram em construções abondonadas e existem casos de ataques fatais a pessoas.

A melhor medida para controlar o número de animais vivendo nas ruas é a castração dos mesmos.
A adoção de cães abandonados é outra maneira de ajudar um cão vira-lata ainda é uma excelente opção para quem quer um cãozinho bastante versátil.


Fonte: http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com/2010/06/racas-de-animais.html

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

RELIGIÕES

Creio na verdade fundamental de todas as grandes religiões do mundo. 

Creio que são todas concedidas por Deus e creio que eram necessárias para os povos a quem essas religiões foram reveladas. 

E creio que se pudéssemos todos ler as escrituras das diferentes fés, sob o ponto de vista de seus respectivos seguidores, lhaveríamos de descobrir que, no fundo, foram todas a mesma coisa e sempre úteis umas às outras". 

Mahatma Gandhi




terça-feira, 11 de outubro de 2011

QUE EU SAIBA VIVER...

Não quero viver como uma planta que engasga e não diz a sua flor. Como um pássaro que mantém os pés atados a um visgo imaginário. Como um texto que tece centenas de parágrafos sem dar o recado pretendido. 
Que eu saiba fazer os meus sonhos frutificarem a sua música. Que eu não me especialize em desculpas que me desviem dos meus prazeres. Que eu consiga derreter as grades de cera que me afastam da minha vontade. Que a cada manhã, ao acordar, eu desperte um pouco mais para o que verdadeiramente me interessa.
Não quero olhar para trás, lá na frente, e descobrir quilômetros de terreno baldio que eu não soube cultivar. Calhamaços de páginas em branco à espera de uma história que se parecesse comigo. Não quero perceber que, embora desejasse grande, amei pequeno.
Que deixei escapulir as oportunidades capazes de bordar mais alegrias na minha vida. Que me atolei na areia movediça do tédio. Que a quantidade de energia desperdiçada com tantas tolices poderia ter sido útil para levar luz a algumas sombras, a começar pelas minhas.
Que eu saiba as minhas asas, ainda que com medo. Que, ainda que com medo, eu avance. Que eu não me encabule jamais por sentir ternura. Que eu me enamore com a pureza das almas que vivem cada encontro com os tons mais contentes da sua caixa de lápis de cor. Que o Deus que brinca em mim convide para brincar o Deus que mora nas pessoas. Que eu tenha delicadeza para acolher aqueles que entrarem na roda e sabedoria para abençoar aqueles que dela se retirarem.
Que, durante a viagem, eu possa saborear paisagens já contempladas com olhos admirados de quem se encanta pela primeira vez. Que, diante de cada beleza, o meu olhar inaugure detalhes, ângulos, leituras, que passaram despercebidos no olhar anterior. Que eu me conceda a bênção de ter olhos que não se fechem ao espetáculo precioso da natureza há milênios em cartaz, com ou sem platéia. 
Quero aprender a ser cada vez mais maleável comigo e com os outros. Desapertar a rigidez. Rir mais vezes a partir do coração.
Quero ter cuidado para não soltar a minha mão da mão da generosidade, durante o percurso. E, quando soltá-la, pelas distrações causadas pelo egoísmo, quero ter a atenção para sincronizar o meu passo com o dela de novo.
Quero ser respeitosa com as limitações alheias e me recordar mais vezes o quanto é trabalhoso amadurecer. Quero aprender a converter toda a energia disponível às mudanças que me são necessárias, em vez de empregá-la no julgamento das outras pessoas.
Que as dificuldades que eu experimentar ao longo da jornada não me roubem a capacidade de encanto. A coragem para me aproximar, um pouquinho mais a cada dia, da realização de cada sonho que me move. A ideia de que a minha vida possa somar no mundo, de alguma forma. A intenção de não morrer como uma planta que engasgou e não disse a sua flor.
Ana Jácomo
Fonte:http://feedproxy.google.com/~r/LuzDaAlma/~3/Af0j-t0DYwM/que-eu-saiba-viver.html



domingo, 9 de outubro de 2011

PENSAR É TRANSGREDIR

Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!"
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.
Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: "escrever a respeito das coisas é fácil", já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.

Fonte:
http://cultcarioca.blogspot.com/2011/10/lya-luft-pensar-e-transgredir.html