domingo, 29 de janeiro de 2012

QUATRO LEIS DA ESPIRITUALIDADE

Na Índia ensina-se as quatro Leis da Espiritualidade

A Primeira Lei diz:

A pessoa que chega é a pessoa certaSignifica que nada ocorre nas nossas vidas por casualidade.
Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão, para que possamos aprender e evoluir em cada situação.

 
A Segunda Lei diz:
O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido.Nada, absolutamente nada que ocorre nas nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais insignificante!
Não existe: "se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente...".
Não!  O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante.
Todas e cada uma das situações que ocorrem nas nossas vidas são perfeitas, mesmo que a nossa mente e o nosso ego resistam em aceitá-las.

 
A Terceira Lei diz:
Qualquer momento em que algo se inicia, é o momento certo. Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois !
Quando estamos preparados para que algo novo aconteça nas nossas vidas, então será aí que terá início!

 
A Quarta e Última Lei diz:
Quando algo termina, termina! Simplesmente assim! Se algo terminou nas nossas vidas, é para nossa evolução!  Portanto é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos com mais essa experiência!

 
Creio que não é por acaso que estás a ler isto.
Se este texto chega até nós hoje é porque estamos preparados para entender que nenhum grão de areia, em momento algum, cai em lugar errado !!!

Vive Bem! Ama com todo o teu Ser!

E permite-te ser Imensamente Feliz! 


Fonte: http://wagnerdeluca.blogspot.com

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O ELEFANTE IRREAL

''Uma vez, um yogi vivia numa densa floresta com seus discípulos. 

Ele ensinava o desapego e repetia incessantemente para os estudantes que o mundo manifestado é pura ilusão, que a natureza é uma miragem e que somente o Ser tem existência real. 

Um dia, um elefante furioso e faminto atacou a ermida onde eles moravam. Todos os praticantes, junto com o professor, se refugiaram no alto de uma grande árvore enquanto o elefante se refestelava no estoque de arroz deles. 

Quando o animal foi embora, o mais perspicaz dos estudantes perguntou ao mestre: “Sempre aprendemos de você que o mundo é ilusório e que não tem existência real, mas não pude deixar de observar que, quando fomos atacados pelo elefante, você se refugiou junto conosco no alto da árvore. 

Se de fato o mundo é ilusório, não bastava ter ficado quieto no lugar enquanto a ilusão do elefante passava?” 

O mestre, sem perder a pose, respondeu: “Olha, nós sabemos que o mundo é uma ilusão, mas o elefante não sabe.” 

http://almaconsciencia.blogspot.com

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

ORAÇÃO CELTA

Que jamais, em tempo algum, o teu coração acalante ódio.

Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior.

Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.

Que as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida.

Que a música seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.

Que os teus momentos de amor contenham a magia de tua alma eterna em cada beijo.

Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer.

Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz.

Que em cada passo teu fiquem marcas luminosas de tua passagem em cada coração.

Que em cada amigo o teu coração faça festa, que celebre o canto da amizade profunda que liga as almas afins.

Que em teus momentos de solidão e cansaço, esteja sempre presente em teu coração a lembrança de que tudo passa e se transforma, quando a alma é grande e generosa.

Que o teu coração voe contente nas asas da espiritualidade consciente, para que tu percebas a ternura invisível, tocando o centro do teu ser eterno.

Que um suave acalanto te acompanhe, na terra ou no espaço, e por onde quer que o imanente invisível leve o teu viver.

Que o teu coração sinta a presença secreta do inefável!

Que os teus pensamentos e os teus amores, o teu viver e a tua passagem pela vida, sejam sempre abençoados por aquele amor que ama sem nome.

Aquele amor que não se explica, só se sente.

Que esse amor seja o teu acalanto secreto, viajando eternamente no centro do teu ser.

Que este amor transforme os teus dramas em luz, a tua tristeza em celebração e os teus passos cansados em alegres passos de dança renovadora.

Que jamais, em tempo algum, tu esqueças da Presença que está em ti e em todos os seres.

Que o teu viver seja pleno de Paz e Luz!


http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

SERES HUMANOS E DEMAIS ANIMAIS: HORA DE DISCUTIR A RELAÇÃO

Nos últimos anos manifestações que vêm ocorrendo em diversas partes do mundo sinalizam uma tendência crescente para um novo olhar sobre o tratamento dispensado pelos humanos aos animais. Isso pode ser observado pelas proibições em algumas cidades ou países do uso de animais em circos, ou mesmo em rodeios. Um exemplo que ilustra bem essa tendência ocorreu, em 2010, quando o Tribunal de Justiça carioca recusou um pedido de habeas corpus feito por entidades protetoras de animais para libertar um macaco do zoológico de Niterói (Rio de Janeiro). Apesar de não haver sucesso nessa solicitação específica, em função da justificativa do relator de que um habeas corpus não é um instrumento jurídico para proteger animais, o fato mostrou-se consonante à causa amparada por pensadores como as filósofas Clare Palmer e Martha Nussbaum e o psicólogo Richard Ryder, defensores do chamado abolicionismo animal.

O estadunidense Gray Francione é considerado um dos pioneiros nesse assunto. Doutor em direito, já publicou livros como Animal as a person: essays on the abolition of animal exploitation (2008). O debate que caracteriza esse cenário mostra sua amplitude quando, ao colocar em questão o que significa um habeas corpus para um macaco do zoológico, aponta uma maneira de questionar os limites do sistema jurídico atual, aliada a uma forma de protesto político, que critica uma tradição filosófica e cultural, que o direito apenas normatiza.

Segundo essa tradição de séculos, os animais são inferiores aos seres humanos por não serem dotados de razão, de palavra, de julgamento, de alma. Os seres humanos, portanto, se autodefinem na natureza como seres opostos e superiores aos animais.

A ideia de superioridade do ser humano vem sendo encarada, nessa outra tendência de se relacionar com os animais, como uma visão utilitarista e predadora, que aprisiona os animais, mata-os e os mercantiliza de forma massiva, seja para fins alimentares ou domésticos.

Nas últimas décadas, o que se observa é que estudiosos e militantes estão dedicados a discutir a criação de uma “ética animal”. Essas pessoas, além de reivindicarem a criação de leis que dotem os animais de direitos, formam organizações políticas de proteção aos animais como o Animal Liberation Front (ALF, criado na década de 1970) e o People for the Ethical Treatment of Animals (Peta, criado em 1980).

No âmbito acadêmico, vem se desenvolvendo uma nova área de pesquisas chamada “estudos animais”. As investigações nesta linha são interdisciplinares, envolvendo biologia, filosofia, direito, antropologia, literatura e artes.

O panorama que se apresenta na atualidade é, portanto, de uma nova visão de mundo, que vislumbra os animais como seres merecedores de respeito tal qual os humanos, com a proposta de mudar culturalmente o olhar tradicional predominante, que vê os animais como meros objetos para uso humano. É o que afirma Alcino Eduardo Bonella, professor de ética da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) que é, também, membro da International Association of Bioethcis (IAB) e da Sociedade Brasileira de Bioética (SBB).

Raízes desse novo olhar

A militância pró-animais parece ganhar cada vez mais admiradores e pode se tornar um movimento de forte impacto na sociedade nas próximas décadas. Num período de descrédito das ideologias políticas, seria interessante pensar sobre as origens desse novo olhar.

O sociólogo espanhol Manuel Castells no livro A sociedade em rede defende que, no final do século XX, houve uma reestruturação do modo capitalista de produção que, dentre outras consequências, trouxe mudanças sociais profundas como, por exemplo, um remodelamento da “consciência ambiental”. Nessa nova estrutura social, os movimentos sociais também teriam se modificado, tendendo a serem, de acordo com Castells, fragmentados. Para ele, em um período histórico marcado por expressões culturais efêmeras, deslegitimação das instituições e desestruturação das organizações, cada vez mais as pessoas organizam significados com base em movimentos sociais com objetivo único, encolhidos em seus mundos interiores. Nessa sociedade de mudanças confusas e incontroladas, as pessoas tenderiam a reagrupar-se em torno de identidades primárias: religiosas, étnicas, territoriais, nacionais, buscando significação social.

Seria esta uma explicação para a crescente ideia da militância pró-animal? Alcino Bonella esclarece que a resposta a esta pergunta pode ser afirmativa, se olharmos para a diversificação e organização de novos movimentos sociais e para a exploração de novos rumos na democracia atual. Ele explica ainda que as raízes desse de novo olhar estão no movimento de libertação dos animais, iniciado mais fortemente na década de 1970, e atualmente presente em vários países na forma de movimento em defesa do bem-estar e dos direitos dos animais. Para ele, tais movimentos estão baseados principalmente na filosofia, em especial nas obras pioneiras de Peter Singer (Animal liberation: a new ethics for our treatment of animals), e de Tom Regan (The case for animal rights).

Silvio Negrão, veterinário e doutor em sociedade e ambiente pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) observa que esse movimento não tem uma ligação direta com movimentos ambientalistas ou ecologistas, pois “muito se focou na necessidade de se preservar e recuperar o ‘meio’ ambiente como uma fonte de recursos naturais capaz de sustentar a vida humana por muitos séculos. A preocupação com os animais selvagens ou não-domesticados apareceu muito depois quando as filosofias políticas ambientalistas começaram a ser decifradas”.

Para Bonella também não há muita ligação entre o movimento de libertação animal e o ambientalista. “Há até certo estranhamento porque, por exemplo, os defensores dos direitos animais estão interessados em direitos individuais, como o direito individual de não ser aprisionado, enquanto os ambientalistas estão falando em preservação de espécies”. Haveria certa aproximação entre os dois movimentos depois de 2000, quando ambos passaram a criticar a exploração capitalista exacerbada do meio ambiente e o aprisionamento de animais, afirma Bonella.

Sobre esta questão, o biólogo e doutor pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), André Luis de Lima Carvalho, afirma que há pontos em comum entre as preocupações ambientalistas e as da ética animal, mas também pode haver divergências bastante significativas. Uma das convergências é o questionamento – e o alerta – a respeito da atitude predatória, gananciosa e destrutiva com que o poder econômico e a alienação voluntária das pessoas trataram, historicamente, o mundo natural. “A tendência das agendas ambientalistas é a de adotar uma perspectiva que permanece antropocêntrica, na qual a preservação ou conservação dos ecossistemas mantém-se, em última análise, atrelada ao valor meramente instrumental desses ambientes naturais para a continuidade da existência humana e sua qualidade de vida”.

Carvalho exemplifica com o caso da construção da usina de Belo Monte, afirmando que os ambientalistas se preocupam acima de tudo com os chamados impactos ambientais em termos de biodiversidade, mas não é uma questão ética para eles saber quantos milhares ou milhões de tamanduás, antas, pacas, macacos, aves, lagartos ou cobras terão suas vidas ceifadas, morrendo afogados nesse processo (com um entendimento de que cada indivíduo dessa população é digno de consideração moral, um semovente cuja vida possui valor em si mesmo).

“Nesse ponto vê-se um problema no que diz respeito à legislação de nosso país. Os interesses dos animais estão inscritos dentro da legislação ambiental, e não de uma legislação mais específica, que contemple os direitos dos animais como indivíduos e não a mera proteção das espécies da extinção. Uma das implicações práticas disso é que criam-se brechas para esforços de retirar os animais domésticos e de fazenda da esfera de proteção da lei, já que cães, gatos, bois e porcos não se encontram sob risco de extinção”, observa Carvalho.

Nasce uma nova forma de se relacionar com a natureza?

Para Sonia Teresinha Felipe, filósofa da UFSC, a centralidade e importância dos animais no movimento de defesa de seus direitos tem a ver com uma nova consciência dos humanos em relação ao fato de que são, também, animais.

Nesse sentido, o veterinário Negrão destaca que a crescente onda de individualismo e isolamento no mundo moderno reforça a necessidade dos seres humanos estarem em contato com outros seres (que sejam ou não humanos), aumentando, assim, a ocorrência e a intensidade de relacionamentos entre nós e algumas espécies animais. “Observa-se, na prática, que todos esses fatores têm contribuído para um número maior de pessoas adotarem animais de estimação para compartilhar sua vida e dirimir sua solidão no intuito de encontrar no animal de companhia o amor incondicional”, lembra.

Por consequência, na maioria das vezes, ocorre uma antropoformização dos animais, que passam a ser encarados e tratados como se fossem dotados de atributos humanos esperando-se que reajam da mesma forma que seus proprietários ou responsáveis. “Deve-se levar em consideração que cães e gatos estão assumindo grande importância na manutenção da saúde mental e até mesmo física das pessoas. Como consequência, cada vez mais os animais são considerados membros da família, e até mesmo substitutos de filhos e outros familiares. Muitas vezes essa convivência pode ser nociva ao ponto de gerar transtornos comportamentais nos animais”, afirma Negrão.

Para o biólogo Carvalho, atualmente, a imensa maioria das pessoas continua agindo e pensando como se tivéssemos o direito de explorar os animais conforme nossos interesses e conveniências. O pesquisador da Fiocruz explica que ainda vivemos sob um paradigma social antropocêntrico (reforçado pela mídia, políticos e intelectuais), que estabelece que o homem continua sendo a medida de todas as coisas. “A preocupação com o aquecimento global, por exemplo, é apresentada aos olhos públicos acima de tudo como um risco para a continuidade da espécie humana. É preciso que compreendamos de vez que os animais estão no mundo conosco, e não para nós”, esclarece o biólogo.

“Os discursos morais vigentes enfatizam a importância da justiça social, da cidadania, do respeito às diferenças individuais e culturais, o combate às mais variadas formas de discriminação – sexismo, racismo, homofobia – mas os animais geralmente não são contemplados com dignos de direitos – tema que ainda é motivo de chacota”, defende Carvalho.

Ele ainda destaca que, aos poucos, e a duras penas, vêm sendo superados o racismo, o sexismo e, agora, o também o chamado “especismo”, que pode ser definido como a atitude de negar o valor e o direito a uma vida digna a um indivíduo simplesmente por este não pertencer à espécie humana. A ideia da singularidade humana vem caindo por terra, na medida em que os estudiosos do comportamento animal vão revelando a existência de capacidades cognitivas e sensibilidade emocional em cães, macacos, corvos, papagaios – “uma lista de grupos taxonômicos e faculdades mentais que só tende a aumentar, evidenciando a afirmação de Charles Darwin de que as diferenças entre a mente humana e a mente animal são diferenças de grau, e não de tipo”, afirma.

Segundo Felipe, “tendo consciência de si, os humanos podem rever todos os demais conceitos em relação ao que é a natureza, e mudar sua forma de se relacionar com ela e consigo mesmos, especialmente ao voltar a ter noção do quanto estar vivo na condição animal representa de dor e sofrimento, sem discriminação de espécies”.

 Maria Teresa Manfredo

 http://existenciaconsciente.blogspot.com

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

"EU DESISTO"...

É isso mesmo, entreguei os pontos, não dá mais, acabou.
Essa frase soa com tanta força, não é?
Mas é verdade, eu desisti mesmo.
De um monte de coisas.



Desisti de reclamar de quem não quer aprender. Decidi me concentrar em quem quer...
E se você olhar bem direitinho, perto de você tem um monte de gente sedenta de conhecimento.
Desisti de tentar emagrecer para ser igual a todo mundo.
Resolvi ter o peso que eu devo ter, por uma questão de saúde, por uma questão de bem estar.
Só isso.


Desisti de tentar fazer com que as pessoas pensem do jeito que eu gostaria que elas pensassem.
Achei melhor buscar respeitar o outro do jeito que ele é.
Imagina se o mundo fosse feito de milhões de pessoas iguais a mim...
Ah, isso ia ser um tormento!

Desisti de procurar um emprego perfeito e apaixonante.
Achei que estava na hora de me apaixonar pelo meu trabalho e fazer dele o acontecimento mais incrível da minha vida, enquanto ele durar.

Desisti de procurar defeito nas pessoas.
Achei que estava na hora de colocar um filtro e só ver o que as pessoas têm de melhor.
Defeito todo mundo acha, quero ver achar qualidades em quem parece não tê-las.
Desisti de ter o celular mais “psico-tecno-cibernético” do mercado. Agora eu só quero um telefone, pra falar.

É muito frustrante comprar o mais novo modelo e dias depois ver que ele já foi superado. É pra isso que a indústria trabalha.

Aproveitei o gancho e apliquei o conceito também a outros produtos: relógio, computador, máquina fotográfica, carro.
Desisti de impor minha opinião sobre tudo.

Decidi que de agora em diante vou ouvir todas as opiniões, mesmo as contrárias, e vou tentar tirar proveito de cada uma delas.

É mais barato compartilhar as opiniões do que brigar pra manter só uma.
Desisti de ter tanta pressa. Tudo na vida tem seu tempo, e se não acontecer, não era pra acontecer.

Não quer dizer que eu vou “deixar a vida me levar” e parar de correr atrás do que eu acredito, mas não vou me desesperar se eu perder o vôo.

Sei lá o que vai acontecer com o avião...
Desisti de correr da chuva.
Tem coisa mais bacana que tomar banho de chuva?
Há quanto tempo você não sente aquele cheiro de terra molhada?
E se o resfriado chegar, qual o problema? Não vai ser o primeiro nem o último.

Desisti de estudar por obrigação. Agora eu faço da leitura um momento de prazer...
Cadeira confortável, pezão pra cima, um chocolate quente, minha gata ronronando do lado.
Os livros agora ficaram menores e mais fáceis, mesmo que seja a CLT ou a NBR 9004.
Desisti de buscar uma planilha de indicadores toda verdinha.

Os índices são assim mesmo, às vezes melhoram, às vezes pioram. Isso é o mundo real.
Eu não vou deixar de fazer a gestão sobre eles, mas decidi que não vou mais sofrer por isso.
Bons ou ruins eles devem gerar aprendizado e isso é o mais importante.
Desisti de trabalhar para fazer o meu sistema da qualidade ser perfeito.

Eu prefiro mantê-lo sob controle, funcionando, ajudando as pessoas, ajudando os processos, dando resultados, mesmo que aos poucos.
Com essa filosofia eu ganhei um monte de parceiros, ao invés de cultivar inimigos.
Se eu fosse você, desistia também...
Tem um monte de coisas que você faz, carrega e sente, que não precisa.
Pense nisso!!!"
Thais Cadorim

Fonte:http://dharmadhannyael.blogspot.com

 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

PERGUNTAS

Perguntei ao mar que estava tranquilo e sereno: De onde eu vim?

Ele me respondeu que assim como as ondas que vão e vem,eu também já estive aqui várias vezes e como o próprio mar eu nasci como pequeno fio d'água e fui me transformando em riacho, me juntei a outros fios d'água e virei um rio que um dia vai se encontrar com o mar, pois todos nós viemos e voltaremos para o mesmo Criador.

Perguntei ao vento que suavemente tocou o meu rosto: Para onde eu vou?
 

O Vento respondeu que eu deveria seguir sempre em frente,mas avisou que durante o meu caminho eu iria encontrar montanhas difíceis de transpor, outras correntes mais fortes e fenômenos da natureza que nem sempre me seriam favoráveis. Com todas as dificuldades o meu caminho é seguir em frente sempre, que não iria me faltar ajuda nessa caminhada e no fim da estrada eu encontraria o meu destino.

Perguntei ao pássaro que ali passava: Com o que eu deveria me preocupar para ser feliz?
 

Ele me respondeu que deveria ser com o dia de hoje. Que o dia de ontem não poderia ser modificado e o mesmo nos serviria como placa indicando um caminho. Lembrou-me que o amanhã pode não chegar e carregar nossos planos. Carregue apenas o que puder levar na grande viagem,seu caráter, sua doçura, seu esforço, sua capacidade intelectual e sua moral.

Perguntei então a grande nuvem no céu Para onde eu iria depois da minha jornada?
 

Ela me respondeu que todos os dias,nós construímos uma escada com nossos atos e pensamentos. Essa escada é exatamente do tamanho do lugar que podemos e merecemos alcançar. Quanto mais o bem você fizer,mais alto te levará essa escada,disse a nuvem com sabedoria. Eu olhei de novo para o céu,e parece-me ter visto uma grande mão me acenando,senti-me pequeno diante da grandeza do Universo,mas, enorme diante da bondade de Deus.

E foi assim que eu aprendi a construir e viver um dia de cada vez e assim, a vida fica mais leve e feliz.



Paulo Roberto Gaefke 


Fonte:http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

ASANA: PENSANDO COM O CORPO

A filosofia hindu afirma que na matéria existe consciência e que na consciência existe matéria. O Yoga quer pensar com o corpo: através da experimentação, os yogis da antiguidade descobriram que fazer exercícios físicos de forma ritual traz enormes consequências metafísicas. O yogi busca a inteligência que está escondida no corpo, a consciência que está escondida no corpo: esse é o ponto de partida para poder achar a verdadeira identidade.
Esses exercícios se chamam asanas em sânscrito: são um conjunto de técnicas altamente instigantes e desafiadoras, que podem exigir tudo no plano físico, mas que não são um fim em si mesmas. Pode-se dedicar uma vida inteira aos asanas, e nem por isso estará se fazendo Yoga. O que faz a diferença é a atitude que está por trás dos exercícios. E, com a atitude correta, vem uma série de coisas junto: alinhamento, inteligência corporal, respiração consciente, despertar das experiências do corpo sutil, transformação do organismo, num processo que poderíamos chamar de alquimia corporal.
A construção de um corpo novo está vinculada com a iniciação, o novo nascimento do praticante. Constrói-se o corpo novo para perder a identificação com o ‘antigo’, vinculado a couraças de tensão muscular, samskaras ou latências mentais.
O Yoga quer dar um corpo novo ao praticante, que ele mesmo irá construir, célula por célula, fibra por fibra. Usando esse novo corpo como instrumento, ele poderá avançar a passos largos em direção à meta do Yoga. O único que se precisa ter é muita disposição e força de vontade. Entretanto, é preciso ter muita consciência e saber exatamente o que você faz ao praticar asana, e para que você pratica. Se não for assim, corre-se o risco de que o ego cresça em proporção direta ao aumento da força ou da flexibilidade.
O poder que dá o Yoga é para aniquilar o ego, mas pode ser usado erroneamente, como combustível para alimentá-lo. Flexibilidade da coluna não é sinal de progresso no Yoga. Se fosse assim, os contorcionistas de circo seriam pessoas altamente espiritualizadas. E você sabe que nem sempre flexibilidade e espiritualidade vão juntas.
A sensação que se percebe ao fazer esses exercícios é como a que se tem depois de haver ficado durante muito tempo no escuro, e sair repentinamente à luz do dia. A atenção se localiza apenas no momento presente: uma nova realidade se nos revela e novas sensações são descobertas. A conexão com a fonte da existência fica firmemente restabelecida. Quer experimentar?
Por: Pedro Kupfer


http://nadarealpodeserameacado.blogspot.com

domingo, 15 de janeiro de 2012

GATOS EM CASA

Dentro adoram, pode ser gaveta, armário, cesta, saco de compras e principalmente caixa de papelão; dentro redondo, então, é irresistível, mesmo que seja pirex ou embalagem de sushi.

Fora para tomar sol, paquerar passarinho, sentir o vento passar no nariz trazendo histórias nos cheiros.

Em cima dos guarda-roupas, das prateleiras de louça, da televisão com o rabo bem no meio da tela, do monitor do micro, dos livros ou do jornal que a gente está lendo: dormem e fazem charme.

Embaixo de cama, poltrona, sofá, colcha, tapete, para dar o bote quando a gente passa; e do lençol, quando a gente quer arrumar a cama.

Junto conosco na cozinha em qualquer circunstância.

Longe do aspirador, do liquidificador, de qualquer coisa que faça barulho e do veterinário, que também termina em dor.

Perto de parapeitos, beirais, janelas e outros lugares que deixam a gente de coração na mão.

De papo pro ar, quando faz calor, patinhas largadas ao léu.

Na gente de noite, quando faz frio: por cima e por baixo das cobertas, no meio das pernas, no meio das costas, em cima da barriga, do lado do corpo, ninguém consegue mais se mexer: humanos cercados de gatos por todos os lados.

Tomando banho em grupo, todo mundo lambendo todo mundo, com muita saliva, muito som, as orelhinhas ficam encharcadas.

No chuveiro vendo aquelas milhares de coisinhas brilhantes (1) se mexerem (2) fazendo barulho (3): três coisas que gato ama.

No bidê bebendo água corrente com a língua a mil por hora.

Em cima da cristaleira paquerando a mesa do almoço, de barriguinha cheia e morrendo de sono, mas ... "Quem sabe tem uma coisinha ali pra mim?"

Mordendo as perninhas traseiras da gata: o gato, quando quer que ela desocupe o lugar.

Correndo a mil pela casa, Tom e Jerry ao vivo e a cores, e ai dos vasos!

Comendo com os olhos os pombos que passeiam displicentemente debaixo do nariz deles pelo lado de fora da rede.

Caçando passarinhos no oitavo andar, vitória que só um gato muito contemplativo, calmo, concentrado e sortudo como Bigode consegue obter sem despencar lá embaixo.

Fascinados por baratas: uma delas rende duas horas e meia para três gatos. O jogo é uma espécie de futebol em que a bola está viva. Termina quando acabam as pernas. Da barata.

Sonia Hirsch
 Fonte:http://infinitoparticulardalva.blogspot.com

sábado, 14 de janeiro de 2012

A DECEPÇÃO E O ABORRECIMENTO

Quando você estiver decepcionado ou aborrecido com uma pessoa
ou com uma situação, lembre-se de que não está reagindo à pessoa 
ou à situação, mas sim aos seus sentimentos pela pessoa 
ou situação. Esses sentimentos são seus e o que você está 
sentindo não é culpa de mais ninguém.  
Quando você reconhecer e compreender isso completamente, 
estará pronto para assumir a responsabilidade pelo que está 
sentindo e mudar o que sente. E, quando conseguir  aceitar as 
coisas como são, estará pronto para assumir a responsabilidade 
pela situação em que se encontra e por tudo o que considera     
problemático. Isso nos leva ao significado da responsabilidade.
Responsabilidade é não ficar culpando alguém ou alguma 
coisa pela situação, muito menos, a si mesmo. Aceitando 
a circunstância, o fato, o problema como se apresenta  
no momento, a responsabilidade passa a ser a capacidade 
de ter uma resposta criativa para aquela situação como ela
se apresenta no momento. Todos os problemas contêm 
em si as sementes da oportunidade.
A consciência disso permite transformar esse momento 
numa situação ou em algo melhor.

Por: Deepak Chopra.


Fonte: http://nadarealpodeserameacado.blogspot.com

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

AMOR OU AMIZADES? OS DOIS

No finalzinho da entrevista que Pedro Bial deu à Marília Gabriela, quando foi questionado sobre relacionamentos, ele deu uma lição que serve para todo mundo: trate seu amor como você trata seu melhor amigo. Sei que isso parece falta de romantismo, mas é o conselho mais certeiro.

Não era você que estava a fim de uma relação serena e plenamente satisfatória? Taí o caminho. Vamos tentar elucidar como isso se dá na prática. Comecemos pelo exemplo que o próprio Bial deu: você foi convidado para o casamento de uma prima distante que mora onde Judas perdeu as botas, você tem que ir porque ela chamou você pra padrinho. Como é que os casais costumam combinar isso?
"Não tem como escapar, você vai comigo e pronto". Ou seja, um põe o outro no programa de índio e nem quer saber de conversa. É assim que você convidaria seu melhor amigo? Não. Você diria: "Putz, tenho uma roubada pela frente que você não imagina. Me dá uma força, vem comigo, ao menos a gente dá umas risadas...".
Ficou bem mais simpático, não ficou? Como esta, tem milhões de situações chatas que você pode aliviar, apenas moderando o tom das palavras.

Pro seu marido: "Você nunca repara em mim, não deu pra notar que cortei o cabelo? Será que sou invisível?" Mas pra sua melhor amiga: "Ai, pelo visto meu cabelo ficou medonho e você está me poupando, né? Pode dizer a verdade, eu agüento".

Pra sua mulher: "Você já se deu conta da podridão que está este sofá? Não dá pra ver que está na hora de trocar o tecido?" Mas pra sua melhor amiga: "Deixa a pizza por minha conta, eu pago, assim você economiza pra lavar o sofá. A não ser que este seja um novo estilo de decoração..."

Risos + risos+ risos.

Manere. Trate seu amor como todas as pessoas que você adora e que não são seus parentes. Trate com o mesmo humor que você trata seu melhor amigo, sua melhor amiga. Até porque, caso você não tenha percebido, é exatamente isso que eles são.
"Grandes Realizações são possíveis quando se dá importância aos pequenos detalhes"
Martha Medeiros
 Fonte:http://cultcarioca.blogspot.com

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

PRECE DA LUZ

"Senhor...
Clareia-nos o entendimento, a fim de que conheçamos em suas conseqüências os caminhos já trilhados por nós; entretanto, faze-nos essa concessão mais particularmente para descobrirmos, sem enganos, as estradas mais retas que nos conduzem à integração com os teus propósitos.
Alteia-nos o pensamento, não somente para identificarmos a essência de nossos próprios desejos, mas, sobretudo, para que aprendamos a saber quais os planos que traçaste a nosso respeito.
Ilumina-nos a memória, não só de modo a recordarmos com segurança as lições de ontem, e sim, mais especialmente, a fim de que nos detenhamos no dia de hoje, aproveitando-lhe as bênçãos em trabalho e renovação.
Auxilia-nos a reconhecer as nossas disponibilidades; todavia, concede-nos semelhante amparo, a fim de que saibamos realizar com ele o melhor ao nosso alcance.
Inspira-nos, ensinando-nos a valorizar os amigos que nos enviaste; no entanto, mais notadamente, ajuda-nos a aceitá-los como são, sem exigir-lhes espetáculos de grandeza ou impostos de reconhecimento.
Amplia-nos a visão para que vejamos em nossos entes queridos, não apenas pessoas capazes de auxiliar-nos, fornecendo-nos apoio e companhia, mas, acima de tudo, na condição de criaturas que nos confiaste ao amor, para que venhamos a encaminhá-los na direção do bem.
Ensina-nos a encontrar a paz na luta construtiva, o repouso no trabalho edificante, o socorro na dificuldade e o bem nos supostos males da vida.
Senhor...
 
Abençoa-nos e estende-nos as mãos compassivas, em tua infinita bondade, para que te possamos perceber em espírito na realidade das nossas tarefas e experiências de cada dia, hoje e sempre.
Assim seja”.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

UM BALÃO CHEIO DE AR, FLUTUA NUM MAR INFINITO DE AR

E o balão diz para si mesmo: “Eu sou um indivíduo. Eu vivo em um mundo cheio de indivíduos. Um mundo de “eu” e “meus”: meus pensamentos, minhas lembranças, minhas crenças, minhas realizações, meus sucessos, meus fracassos, meu passado, meu futuro, meus relacionamentos. Eu possuo um pequeno pedaço do todo, um pedacinho da vida. Esta é a minha pequena parte do todo.”
O que o balão mais teme é estourar – em outras palavras, a sua própria morte – porque vê isso como a perda definitiva do “eu e meu”. Em outras palavras, a morte é a perda da “minha pequena parte do todo”. O fim da ‘minha vida’. O que o balão não pode ver é que a morte é a libertação.
Após a morte, “minha pequena parte do todo” simplesmente explode de volta para o todo. “Minha vida se dissolve de volta à vida em si. E o que se vê é que “a minha vida foi sempre uma ilusão, porque nunca houve alguém lá separado do todo. Houve apenas o todo, sempre. O balão nunca “tinha” qualquer coisa para começar, e assim nunca poderia “perder” qualquer coisa. Em outras palavras, não há “indivíduo” separado da própria vida – apenas parece existir.
A mente (pensamento) nunca será capaz de compreender isso. Mas em algum lugar além da mente, em algum lugar além das histórias que contamos sobre a vida, em algum lugar além de todos os nossos conceitos, filosofias, ideologias, religiões… pode haver um reconhecimento, uma ressonância, um saber. E essa mensagem é realmente sobre isso: um reconhecimento que está totalmente além da mente e além das palavras.
Você é perfeito como você é – até mesmo em sua imperfeição. A vida é perfeita como ela é, mesmo se você não puder ainda ver isso. Esta é uma viagem para dentro da sua própria ausência, uma ausência que finalmente se revela como a presença perfeita de tudo, como o lar que você sempre buscou, e que será e encontrará: você escreveu essas palavras a si mesmo, para lembrar-se de que, no fundo, você sempre soube.
 Jeff Foster

Fonte:http://nadarealpodeserameacado.blogspot.com/2011/11/um-balao-cheio-de-ar-flutua-num-mar.html

domingo, 8 de janeiro de 2012

O VAGALUME E A SERPENTE

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou 
a perseguir um vaga-lume.

Este fugia rápido da feroz predadora, e a serpente não desistia.
 

Primeiro dia , ela o seguia.
 

Segundo dia ,ela o seguia...
 

No terceiro dia, já sem forças,o vaga-lume parou e falou á serpente :
 

-Posso te fazer três perguntas?
 

-Não estou acostumada a dar este precedente a ninguém porém como 
vou te devorar, podes perguntar. Contestou a serpente !!
 

-Pertenço a tua cadeia alimentícia ? Perguntou o Vaga lume.
 

Não, respondeu a serpente.
 

-Eu te fiz algum mal ? Diz o vaga-lume.
 

-Não.Tornou a responder a serpente.
 

Então por que queres acabar comigo ??? 

-Porque não suporto ver-te brilhar.


 

Conclusões

Muitas vezes nos envolvemos em situações nas quais nos perguntamos:

Por que isso me acontece se não fiz nada de mal ,nem causei dano a ninguém?

Certamente a resposta seria :

Porque não suportam ver-te brilhar.. !

Quando isso acontecer, não deixe diminuir seu brilho.

Continue sendo você mesmo,!

Segue fazendo o melhor!

Não permita que te lastimem, nem que te retardem.

Segue brilhando e não poderão tocar-te...

Porque tua luz continuará intacta.

Tua essência permanecerá, aconteça o que acontecer...

Seja sempre autêntico, embora tua luz incomode os predadores.!! 



Fonte:http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com

sábado, 7 de janeiro de 2012

MÁGOA

A mágoa é uma mancha na consciência que nos impede de crescer para onde queremos, pois ela aponta para um evento passado. É o não esquecimento da atitude de alguém a quem outorgamos inconscientemente a responsabilidade sobre nosso destino.

É o ressentimento que se tem de alguém por se considerar ofendido pela pessoa. Sentir-se magoado, e não procurar resolver a situação com o outro, é adiar a possibilidade de avançar na vida. Só cresce e se liberta de seu passado quem compreende e perdoa o outro, esquecendo a mágoa sem humilhá-lo. Só cresce e é feliz quem sabe perdoar.

O remédio para a mágoa é a compreensão da atitude do outro considerando que também seria capaz de cometer o mesmo equívoco. Essa compreensão é o primeiro passo para o perdão. 

Perdoar e esquecer o equívoco do outro só é possível quando se percebe que o erro cometido só prejudica a seu agente.

Permitir-se abrigar a mágoa na consciência, ou mesmo deixá-la livre no inconsciente, são formas de não olhar para a própria sombra, e de ampliar o complexo de superioridade. 

Não olhamos para a própria sombra quando preferimos manter o sentimento de mágoa sem nos perguntar o que em nossa personalidade foi atingido e que necessita ser trabalhado. 

Por detrás da mágoa há o sentimento de orgulho ferido. 

A instalação desse sentimento permite a sedimentação da raiva e do desejo de desforra, que, muitas vezes, atinge pessoas que em nada contribuíram para o problema que gerou a mágoa. 

O sentimento de raiva aumenta o nosso desejo inconsciente de ser melhor do que somos, pois ele alimenta o ego em sua inflação. Devemos aprender a separar a pessoa de sua própria atitude; a atitude é o momento, a pessoa contém um conjunto de emoções, idéias e experiências, as quais extrapolam o momento.

O caminho para a dissolução da mágoa é o diálogo maduro com o outro sem o desejo do reconhecimento obrigatório de seu equívoco. Deve-se considerar que, às vezes, não houve a intencionalidade, ou as circunstâncias em que se deram os fatos não permitiam outra forma de atuação por parte da pessoa, além da possibilidade de, nós próprios, darmos uma dimensão superlativa a algo que pode não ter ocorrido. Muitas mágoas que guardamos se transformam em núcleos psíquicos de difícil erradicação e que contribuem para petrificar nossa maneira de ser no mundo. 

Quanto mais deixamos de resolver nossas mágoas, elas se acumulam vida após vida, tornando-nos pessoas anti-sociais e superficiais. O espírito acumula a cada encarnação os aspectos da personalidade experimentados nas anteriores, pois ninguém se liberta de si mesmo sem um trabalho efetivo de transformação.

Sair da mágoa, deixando o coração disponível para o amor em plenitude é libertar-se das amarras do orgulho e da insegurança. O equilíbrio psíquico do espírito requer liberdade para sentir, sem os vínculos negativos proporcionados pela mágoa.

Cada sentimento negativo que não resolvemos transforma-se em carma a ser experimentado. A morte não resolve nossos problemas, pois apenas nos transporta de uma realidade a outra.

Levamos para o outro lado da Vida, o que somos, que resume o que sentimos, o que pensamos e o que fazemos. Cada sentimento se constitui numa forma de percepção de uma experiência, da qual extraímos as leis de Deus.
Adenauer Novaes
Fonte:http://padmashanti.blogspot.com

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

NÃO TE AMO MAIS

Leia este texto de cima para baixo e depois de baixo para cima.
Repare a competência da construção e da escolha das palavras.
As mesmas palavras construindo um discurso completamente oposto .
"Não te amo mais.
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis.
Tenho certeza que
Nada foi em vão.
Sinto dentro de mim que
Você não significa nada.
Não poderia dizer jamais que
Alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
JÁ TE ESQUECI!
E jamais usarei a frase:
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade:
É tarde demais..."

Autor desconhecido



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O CÃO MAIS FEIO DO MUNDO

Fomos a Diamantina na sexta-feira estudar e procurando uma pensão para nos instalarmos, ficamos conhecendo a Dona Vera, senhora de média idade, muito alegre e de bem com a vida. Ao primeiro contato fomos recebidos na porta de entrada daquele imenso casarão bicentenário por uma das hospedes que nos convidou para entrar com bastante agrado.
A porta imensa de madeira bruta, composta por dobradiças de ferro e trancas metálicas daquelas do tempo do Império, porém muito rústico e bonito. Adentrando subimos uma escada de madeira que se elevava até o segundo pavimento selado por uma cancela de meia porta.
Escutamos alguns latidos e de repente três cães vieram nos abordar. Não tivemos medo, porém ficamos assustados com tamanha feiúra de um dos cães. O coitado era albino, tinha os olhos esverdeados, as orelhas parecia de duende e mancava de uma perna. Era o mais tímido, porém o mais precavido dos três, pois os outros dois foram logo sentindo nosso cheiro e se aproximaram. A Dona Vera nos cumprimentou e logo foi mostrando as repartições do grande casarão.
Após o passeio pela casa sentamos no sofá da sala e começamos a conversar.  O papo estava direcionado mais ao domínio feminino, então comecei a observar a mobília da casa e apreciar sua estrutura interna.
De repente notei os três cães brincando e notoriamente verifiquei que apesar de toda a deficiência do cãozinho feio os outros dois cães não o descriminara, tratando-o como igual, tanto nas brincadeiras como nas investidas de pega-pega.
Aquele acontecimento me fez refletir sobre questões ambíguas porém diferentes de belo e feio. Senti que estes sentimentos são da natureza humana e que foram moldada dia a dia desde o início da evolução do homem. Os animais selvagens ou domésticos não evoluíram este sentimento e convivem comunitariamente em uma harmonia perfeita. Então busquei dentro de meu ser uma explicação plausível para entender porque acondicionamos em nosso ego este sentimento discriminador. Somos seres racionais, dotados de inteligência e raciocínio porém estaríamos atrasados no conceito de vida perante os animais?.. Pensei… Ou poderia ser uma falha genética, que se instalou como um vírus moldando os valores culturais?…
Bem não cheguei a uma conclusão sobre o assunto, mas acho que devemos sempre filosofar sobre este sentimento que pode ser a causa de muitos males da humanidade.    

Prof° Eli Cezar

Fonte:http://cantinhodosertao.wordpress.com 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

STRESS

Em uma conferência, ao explicar para a platéia a forma de controlar o estresse, o palestrante levantou um copo com água e perguntou:

-"Qual o peso deste copo d'água? "

As respostas variaram de 250g a 700g.

O palestrante, então, disse:

- "O peso real não importa. Isso depende de por quanto tempo você segurar o copo levantado."
"Se o copo for mantido levantado durante um minuto, isso não é um problema. Se eu o mantenho levantado por uma hora, vou acabar com dor no braço.
Mas se eu ficar segurando um dia inteiro, provavelmente eu vou ter cãibras dolorosas e vocês terão de chamar uma ambulância."

E ele continuou:

- "E isso acontece também com o estresse e a forma como controlamos o estresse.
Se você carrega a sua carga por longos períodos, ou o tempo todo, cedo ou tarde a carga vai começar a ficar incrivelmente pesada e, finalmente, você não será mais capaz de carregá-la."
"Para que o copo de água não fique pesado, você precisa colocá-lo sobre alguma coisa de vez em quando e descansar antes de pegá-lo novamente.
Com nossa carga acontece o mesmo.
Quando estamos refrescados e descansados nós podemos novamente transportar nossa carga." 
 Em seguida, ele distribuiu um folheto contendo algumas formas de administrar as cargas da vida, que eram:

1-Aceite que há dias em que você é o pombo e outros em que você é a estátua.

2-Mantenha sempre suas palavras leves e doces pois pode acontecer de você precisar engolir todas elas.

3-Só leia coisas que faça você se sentir bem e ter a aparência boa de quem está bem.

4-Dirija com cuidado.
Não só os carros apresentam defeitos e têm recall do fabricante.

5-Se não puder ser gentil, pelo menos tenha a decência de ser vago.

6-Se você emprestar R$200,00 para alguém e nunca mais vir essa pessoa, provavelmente valeu a pena pagar esse preço para se livrar dela.

7-Pode ser que o único propósito da sua vida seja servir de exemplo para os outros. 

8-Nunca compre um carro que você não possa manter.

9-Quando você tenta pular obstáculos lembre que está com os dois pés no ar e sem nenhum apoio.

10-Ninguém se importa se você consegue dançar bem. Para participar e se divertir no baile, levante e dance, pronto.

11-Uma vez que a minhoca madrugadora é a que é devorada pelo pássaro, durma até mais tarde sempre que puder.

12-Lembre que é o segundo rato que come o queijo - o primeiro fica preso na ratoeira.
Saiba esperar.

13-Lembre, também, que sempre tem queijo grátis nas ratoeiras.

14-Quando tudo parece estar vindo na sua direção, provavelmente você está no lado errado da estrada.

15-Aniversários são bons para você.
Quanto mais você tem, mais tempo você vive

16-Alguns erros são divertidos demais para serem cometidos só uma vez. 

17-Podemos aprender muito com uma caixa de lápis de cor.
Alguns têm pontas aguçadas, alguns têm formas bonitas e alguns são sem graça.
Alguns têm nomes estranhos e todos são de cores diferentes, mas todos são lápis e precisam viver na mesma caixa.

18-Não perca tempo odiando alguém, remoendo ofensas e pensando em vingança.
Enquanto você faz isso a pessoa está vivendo bem feliz e você é quem se sente mal e tem o gosto amargo na boca.

19-Quanto mais alta é a montanha mais difícil é a escalada.
Poucos conseguem chegar ao topo, mas são eles que admiram a paisagem do alto e fazem as fotos que você admira dizendo "queria ter estado lá".

20-Uma pessoa realmente feliz é aquela que segue devagar pela estrada da vida, desfrutando o cenário, parando nos pontos mais interessantes e descobrindo atalhos para lugares maravilhosos que poucos conhecem.

"Portanto, antes de voltarem para casa, depositem sua carga de trabalho/vida no chão.
Não carreguem para casa.

Vocês podem voltar a pegá-la amanhã.

Com tranquilidade."  


Fonte:http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com



terça-feira, 3 de janeiro de 2012

PACIFICAR

Em 2012, e em todos os anos da nossa vida:
 
É dever de cada um lutar para:

Pacificar o espírito, desarmar a alma,e estar pronto para um recomeço, 
para uma nova jornada.

Missão de todos os dias,pois cada dia é uma nova história,
nem sempre escrita pelas suas mãos,mas, sempre sob a sua direção.

Pacificar os sonhos, democratizar a alegria,para que ela se espalhe e 
seja tão sua quanto minha.

Minha alma ainda é pequena, mas não cabe em si mesma,
de contentamento e gozo quando estou amando.

Por isso, proponho um brinde ao amor,a insólita alegria provocada 
pelo amor, que embriaga sem álcool,que embala sem música,
que faz ninar sem canção de mãe.

Pacificar os sentimentos, deliciar-se com a vida,fazer deste dia um convite para que a felicidade se instale,com malas e roupas, com jeito definitivo,
já que a felicidade não é eterna,que seja sempre a primeira emoção de 
cada dia,porque você nasceu para brilhar e ser feliz.


Paulo Roberto Gaefke 


Fonte:http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com

domingo, 1 de janeiro de 2012

RETROSPECTIVA ANIMAL 2011 - A GUERRA DO BEM CONTRA O MAL

Muita crueldade, mas também muitas conquistas e união entre os protetores de animais. Uma verdadeira Guerra do Bem contra o Mal foi o que vimos durante todo o ano. Nos chocamos com casos extremos de cães queimados ou enterrados vivos, espancados, mutilados, arrastados por carros... e de gatos torturados e com olhos perfurados. Ficamos sabendo de gatos crucificados na semana santa da África do Sul e de outros casos de crueldade fora do país como de uma gata atirada com seus filhotes numa estrada e de um filhotinho de gato morto dentro de um microondas na Inglaterra.
O ano fechou com dois casos dolorosos: o da yorkshire Lana (vítima de um casal formado por médico e enfermeira que deveriam estar salvando vivas) e do incêndio da Favela do Moinho que matou inúmeros animais e deixou outros em estado lastimável. Foram tantos os casos que já perdemos as contas de quantas vezes nos movimentamos para conseguir dinheiro, lares e mídia em busca de justiça e ajuda.

VITÓRIAS NO BRASIL
Mais os protetores de animais conseguiram verdadeiros milagres. O resgate de Burne e Jade (queimados vivos), Titã (enterrado vivo) e Laica (que perdeu a mandíbula ao ser esmurrada na boca com celular) são alguns exemplos. Em ação judicial inédita, um vira-lata adquiriu direito legal de viver solto ao redor de um condomínio de Ribeirão Preto.
E algumas ações coletivas pipocaram em todo o país. Fizemos campanha contra a Arezzo e seus artigos de pele de coelho e raposa foram retirados das lojas. Houve protestos na Paulista contra a vivessecção e maus-tratos. O Brasil inteiro se mobilizou pela morte da York Lana. Criamos o maior barulho em torno do Padre Marcelo que teve uma atitude completamente preconceituosa contra os gatos. Uma campanha relâmpago pelo Facebook, em apenas duas horas, conseguiu lar e ajuda para a cachorrinha cujo dono teve infarto e morreu na rua, sem qualquer documento de identificação.
A mídia também se mobilizou, abriu espaço, participou ativamente de cada caso. As TVs (especialmente a Record), as revistas, os jornais e os sites... todos denunciaram, apuraram... deram manchetes sobre maus-tratos. Noutra campanha também relâmpago iniciada no facebook, consegui espaço na Folha de SP pra falar de um Papai Noel “caçador”, com tapetes de zebra em sua casa. O Shopping Cidade Jardim então recolheu os tapetes.
CONQUISTAS NO EXTERIOR DE PESO
No Exterior, cãozinho e gatinha sobreviveram à câmara de gás nos Estados Unidos e houve muitos outros episódios incríveis de sobrevivência. Vimos chineses corajosos salvando centenas de cães que iriam para a panela e até conseguindo anular festival de carne de cães em uma cidade onde esse evento é tradicional e os animais são mortos nas ruas, na frente das crianças como se fossem coisas sem vida e sem sentimento. Vimos beagles saírem pela primeira vez de suas gaiolas para a liberdade depois de anos num laboratório farmacêutico que foi à falência. 
Chimpanzés também foram libertados de um centro de e pesquisas e depois de 20 anos viram a luz do dia... num dos mais emocionantes videos do You Tube desse ano. Agora perto do final do ano, os Estados Unidos decidiram cortar 50% dos experimentos com chimpanzés nas pesquisas e há um forte indício de que mais cortes serão feitos por pressão da sociedade e dos próprios cientistas de vanguarda. Na Espanha, um feito inédito: é proibida a Tourada em algumas cidades.
O ANO QUE MARCARÁ NOSSAS VIDAS
Assim, 2012 tende a ser um ano de mudanças significativas com relação aos direitos dos animais. As mobilizações crescem e mais pessoas se envolvem e interagem com grupos de outros Estados e do Exterior. O ano começa com manifestação em 22 de janeiro em várias cidades do país. Com o tema “Crueldade Nunca Mais”, o movimento nacional busca chamar a atenção dos políticos para a criação de leis mais rígidas e consistentes contra pessoas que maltratam animais.
Cada pessoa que passou o ano contribuindo de alguma forma para ajudar um bichinho, uma campanha, uma causa, uma ONG... se sente comprometida com esse movimento num episódio de “comoção coletiva” inédito no nosso país. Já dá pra sentir a forte energia que envolve esse movimento. Que 2012, assim como diz sua numerologia que é 5, traga a Renovação que desejamos!
Fátima Chuecco
 
Fonte:http://jornalista.fatima.blog.uol.com.br/